23 de agosto de 2012

Prédios Verdes está se tornando uma realidade no Brasil

A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou recentemente uma proposta que prevê redução dos impostos para os Prédios Verdes (que adotam métodos construtivos menos agressivos ao meio ambiente e tecnologias de economia e eficiência no uso de água e energia). É um grande passo para reurbanização e melhoria na qualidade de vida e seria interessante outras cidades (inclusive São Paulo) aderir a estes tipos de projetos.
As eleições estão chegando, cobre isso do seu candidato.

Veja o exemplo de telhados verdes de Paris, por exemplo, como podem mudar o visual e a qualidade de vida da população.

Matéria e fotos do Instituto Cidade Jardim
Quem visita a capital francesa pode fazer seu greenroof safari a partir de alguns dos principais cartões postais da cidade. Uma dica é subir ao topo do Arco do Triunfo e se surpreender com a quantidade de jardins suspensos que a velha Paris exibe. Na mesma região, descendo pela Av. Champs Elysees, a loja H&M tem um imenso jardim interno construído sobre a laje do primeiro pavimento, com trepadeiras subindo por cabos de aço cobrindo todas as paredes. O próprio aeroporto Charles De Gaulle anuncia que o verde está na moda e apresenta enormes jardins sobre as lajes dos terminais e prédios administrativos, além de quadros vivos e paredes verdes por todos os cantos. A cidade vive uma verdadeira febre de jardins verticais, com artistas como o botânico Patrick Blanc exibindo a céu aberto seus jardins monumentais.

Greenwall (jardim vertical)
Vista aérea de um prédio com telhado verde

Mesmo no auge do inverno é possível encontrar telhados vivos e greenwalls verdejantes, com uma grande diversidade de designs e formas – desde paisagismos super elaborados às coberturas verdes extensivas, Paris, com seus bicicletários públicos e transporte público funcional, está construindo seu modelo de cidade sustentável.

Porém para implantação desses benefícios para atuais e futuros prédios verdes aqui no Brasil é necessário uma lei bem elaborada para evitar benefícios as construtoras e projetos medíocres que não atingem o objetivo de sustentabilidade e sim o lucro próprio, afinal serão aproximadamente 9,8 milhões que deixaram de ser arrecadados apenas na cidade do Rio de Janeiro. Mas se cada prédio verde conseguir ter medidas ecologicamente corretas, a paisagem urbana e o meio ambiente sofreram mudanças benéficas para a população local que compensará a redução dos impostos.

Sobre o autor: Luciana Cantanhede Estudante de Biologia, Conselheira do Cades regional em São Paulo, busca através das temáticas ambientais conscientizar e incentivar a mudança de atitudes para práticas sustentáveis. Twitter | Facebook | Email

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