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Lixões no Oceano

Há pelo menos 5 ilhas de lixo no oceano e uma delas tem tamanho equivalente aos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo juntos! Clique e saiba mais.

Veja a lista de 8 incríveis lagos rosas do planeta

Os lagos rosas têm se popularizado entre turistas e fotógrafos do mundo. Sua cor impressionante ocorre graças a presença de microalgas como a Dunaliella salina que vive em locais com altos níveis de concentração de sal.

O tabagismo e os danos ele que causa à saúde e ao meio ambiente

A fumaça e as bitucas jogadas no chão podem causar danos ao meio ambiente, como a contaminação da água, que pode ocorrer caso a nicotina e as substâncias presentes no alcatrão atinjam lençóis freáticos, rios e lagos

Faça um comedouro para passáros com materiais simples

Clique e veja mais dicas de reaproveitamento.

A importância dos alimentos orgânicos

Produto orgânico é o resultado de um sistema de produção agrícola que não utiliza agrotóxicos, aditivos químicos ou modificações moleculares em sementes. Nutricionista explica qual a sua importância no nosso dia-a-dia.

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25 de julho de 2014

26 de Julho - Dia Mundial dos Manguezais


Os manguezais são considerados como floresta a beira do mar, onde águas de rios desaguam no mar e o regime de marés determina ausência ou presença destes.
"O manguezal é fruto do namoro entre o rio e o mar. Quando o rio vem beijar o mar, nasce o manguezal"
Os manguezais são ambientes estuarinos especiais, caracterizados por apresentarem densa vegetação de halófitas (plantas que vivem em condições salinas). A densidade das espécies de mangues (Avicenia schaueriana, A. germinans, Laguncularia racemosa, Rhizophora mangle) e as condições naturais dos estuários dão aos manguezais uma condição única de uma eficiente "armadilha de nutrientes"; aí, a decomposição da matéria orgânica é feita por bactérias anaeróbicas que, desprendendo grande quantidade de ácido sulfúrico (H2S), conferem odor característico a estes ambientes.

A maioria dos nutrientes dissolvidos permanece presa neste estuário (em função de um maior tempo de residência), em vez de ser carregada para o mar, criando condições para que funcione como um "berçário" para espécies que têm valor comercial, como os camarões, lagostins, moluscos e peixes.

Infelizmente hoje grande parte da população vê este ecossistema como um lugar fétido, sujo, insalubre e sem utilidade agrícola. Tal posicionamento resulta em desmatamento, aterramento e drenagem dos manguezais, com a morte de milhares de espécimes.

Principais desafios:

Ocupação humana
A ocupação imobiliária deste ecossistema ocorre de duas formas. Geralmente classes financeiramente estáveis desmatam, aterram e ocupam este ambiente pela boa localização, afinal manguezais ficam de frente para uma área marítima tranqüila, com visão paradisíaca e sem vizinhança. Por outro lado, as classes miseráveis, por reflexo dos problemas sociais, vão para este local por falta de opção de moradia e constroem casebres sem infra-estrutura, sofrendo com as intempéries da região.
Contudo, não é só a ocupação do manguezal em si que resulta em muitos problemas, a intensa utilização das regiões próximas geralmente é acompanhado de aumento no despejo de resíduos, o que leva a um grande desequilíbrio neste ecossistema. Historicamente, o descarte de resíduos (esgoto e lixo) é feito em rios e mares. Tal posicionamento atinge diretamente este ecótono (ambiente de transição). Muitas cidades brasileiras construíram ou ainda constroem lixões e aterros sanitários em manguezais, acreditando que o forte odor liberado pode ser justificado pelo ecossistema e não pelo mau condicionamento dos resíduos.
Foto: http://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2004-2/palafitas/favela.htm
Favela da Maré, Parque Roquete Pinto: Surgiu através de uma série de aterros realizados pelos próprios moradores, a partir de 1955, às custas do manguezal. O processo de urbanização sumiu aos poucos com as palafitas e deu lugar a domicílios de alvenaria.
Matéria em que se mostra os desafios do manguezal em Guaratuba e a construção de um iate club e marina com licenciamento ambiental e autorização da prefeitura.

Em Cubatão já foram detectadas no passado 320 fontes poluidoras do ar, da água e do solo. Lançavam-se 64 toneladas de poluentes por dia nas águas do mangue, incluindo 4.000 quilos de metais de difícil dissipação na natureza, como mercúrio, cromo e zinco. O despejo é hoje 5% do que era. Devido aos gases e aos despejos da indústria química ali instalada, a região era considerada nos anos 80 um dos lugares mais poluídos do mundo. Mas o mangue que o homem poluiu e arrasou com as dragagens renasceu nesses últimos 10 anos (em que houve diminuição significativa da poluição) transformado num grande viveiro para mais de oitenta espécies de aves aquáticas, algumas delas vindas do Hemisfério Norte.  Fonte: Veja Dez/2000 , Os Guarás Vermelhos viraram principal atrativo turístico, leia mais em Virtude.
Carnicicultura e pesca de arrasto
A carcinicultura arrasou o litoral africano e vem destruindo a costa da América do Sul. No Brasil, a atividade está proibida em manguezais sem ter licenciamento, pois além do desmatamento a atividade utiliza muitos biocidas para evitar a invasão de algas e moluscos nas “gaiolas” dos camarões. Já a pesca predatória, como a de arrasto, além de acabar a fauna marinha capturada, que não é aproveitada pelos pescadores, revolve o solo e destrói a fonte de recursos dos pescadores artesanais.

Atividades portuárias e industriais
As atividades mais destrutivas aos manguezais brasileiros são as industriais e portuárias. Indústrias frequentemente se localizam perto de rios e manguezais para descartar os resíduos produzidos (principalmente tinturas e metais pesados). Tal descarte deveria ser tratado e controlado, porém não é o que acontece. Já os portos necessitam de águas calmas para o atracamento dos navios, estes locais geralmente são baías, onde há manguezais. Os impactos causados pela presença de portos incluem a contaminação da água e dos animais (por resíduos, água do lastro e outros), a possibilidade de doenças trazidas de outros locais e o estresse por ruídos e poluição do ar.

Matéria falando sobre os mangues do litoral norte em Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela. Pessoalmente fiquei muito triste ao conhecer os mangues de São Sebastião pelo abandono e quantidade de lixo, e de Ilhabela por estar desaparecendo cada vez mais, para dar lugar a praias, marinas etc. É possível observar um pedaço de ambos ao atravessar o canal de São Sebastião de balsa, pela entrada de pedestres.

16 de junho de 2014

Jovem de 19 anos cria tecnologia para limpar oceanos e tem aprovação de especialistas

Um ano após anunciar a criação de um sistema que promete limpar o lixo dos oceanos, o jovem holandês Boyan Slat apresenta os primeiros resultados alcançados pela tecnologia. O Ocean Cleanup é uma espécie de barreira, que aproveita as correntes oceânicas para bloquear os resíduos encontrados no mar. De acordo com os especialistas que acompanharam os testes, a tecnologia é totalmente viável e eficiente.

Para que as análises fossem feitas, um conceito do Ocean Cleanup foi desenvolvido e colocado para funcionar. No teste que mede a captura e concentração, a barreira foi capaz de coletar plásticos em até três metros de profundidade, distância em que normalmente esses resíduos são encontrados. Além disso, o sistema recolheu pouca quantidade de zooplâncton, o que segundo os cientistas, facilita o reaproveitamento e a reciclagem do plástico.

Quando foi divulgado, o projeto recebeu diversas críticas. Isso foi um dos fatores que motivou Slat e sua equipe a contarem com a ajuda de cem especialistas dispostos a analisarem a tecnologia. Os pesquisadores aprovaram e as análises resultaram em um texto com 530 páginas.

Com o embasamento científico, o próximo passo do jovem holandês, de apenas 19 anos, é testar o sistema em grande escala e começar a produção. Para isso, ele está em busca de financiamento coletivo. O alvo é conseguir dois milhões de dólares. A 90 dias do fim da campanha, o projeto já tem 16% da meta atingida.

A tecnologia pode ser de grande valia na luta contra o lixo dos oceanos. De acordo com a divulgação, ele seria capaz de remover mais de sete milhões de toneladas de plástico dos oceanos em apenas dez anos.



Fonte: Ciclo Vivo

15 de julho de 2013

Lixo plástico oceânico abriga vida secreta

Cientistas descobriram que os resíduos plásticos que poluem os oceanos estão servindo de casa para uma comunidade microbiana batizada de "Plastisphere"

Imagem: SEA Sea Education Association
Conhecida há mais de meio século, a poluição marinha por lixo plástico é um problema ambiental que não para de crescer. Mas um novo estudo, publicado no periódico Environmental Science & Technology, indica que esses resíduos abrigam uma vida secreta.

Os cientistas descobriram que uma multidão variada de microrganismos colonizam e prosperam nessas ilhas submarinas de plástico, representando uma nova comunidade microbiana batizada de “Plastisphere”.

Habitantes do “plastisphere” incluem bactérias patológicas do grupo vibrião, causadoras de cólera e perturbações gastrointestinais, além de micróbios conhecidos por quebrar as ligações de hidrocarbonetos do plástico, ajudando no processo de biodegradação desse material.

Realizada em colaboração por três instituições americanas – o Sea Education Association (SEA), o Marine Biological Laboratory e Woods Hole Oceanographic Institution – a pesquisa analisou pequenos detritos plásticos (alguns de milímetros) encontrados em redes de pesca em vários locais ao norte do Oceano Atlântico nas navegações científicas.

Utilizando técnicas de microscopia eletrônica e de sequenciação de gene, os pesquisadores encontraram pelo menos 1000 diferentes tipos de células de bactérias em amostras do plástico, incluindo muitas espécies individuais não identificadas, que incluíam plantas, algas e bactérias que produzem seu próprio alimento.

Segundo os cientistas, os organismos que habitam a “plastisphere” são diferentes daqueles encontrados na água do mar em outros materiais flutuantes, como madeiras e microalgas. Os plásticos oferecem condições diferentes, incluindo a capacidade de durar muito mais tempo sem degradar, o que indica que eles atuam como recifes artificiais microbianos, selecionando micróbios distintos, dizem os pesquisadores.

Como um novo habitat ecológico, o “platisphere” levanta uma série de perguntas, que deverão nortear as pesquisas daqui pra frente, de acordo com os cientistas. Como ele vai mudar as condições ambientais para outros microrganismos marinhos? Será que no ecossistema global do oceano, essa nova comunidade pode afetar organismos maiores? Como eles estão alterando esse ecossistema, e qual é o destino final dessas partículas no oceano? A conferir.
Fonte: Exame

Leia Mais sobre as ilhas de plástico, lixões marinhos do tamanho do estado de Minas Gerais, Espirito Santo e Rio de Janeiro. 

20 de junho de 2013

Nadador Lewis Pugh se torna o patrono para oceanos do PNUMA

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) ganhou um aliado de fôlego. O nadador inglês Lewis Pugh é o seu Patrono para Oceanos. Ele dará a volta ao mundo a nado para chamar a atenção acerca da conservação dos mares. A largada será dada em 2014 e deverá durar três anos, passando por três oceanos e 18 mares. Ao longo da jornada, vai promover ações ambientais de preservação marítima.


“Um dos objetivos da Convenção sobre a Diversidade Biológica é ter 10% dos mares como áreas protegidas até 2020. Cerca de 10% do território terrestre já estão protegidos como reservas e parques. Se conseguimos fazer na terra, poderemos fazer o mesmo com os mares”, afirmou Pugh em nota divulgada pelo PNUMA.

Pugh é advogado, mas nem assim deixa a água. Ele é especialista em legislação marítima. Nadando, é a única pessoa a ter completado travessias de longas distâncias em todos os oceanos.

Criado em dezembro de 1972, o Pnuma lançou, em 1974, o Programa de Mares Regionais, que desenvolve ações para a conservação do ambiente marinho. Atualmente, mais de 140 países participam de 18 iniciativas para mares regionais, seis delas administradas pelo Pnuma.

Para o subsecretário da ONU e Diretor Executivo do Pnuma, Achim Steiner, reduzir a poluição, equilibrar a pesca exagerada e conservar ecossistemas marítimos são prioridades.

Fonte: O Globo

12 de abril de 2013

Você sabia que existem praias com areia em tons de rosa?

Em uma postagem anterior falamos sobre 8 lagos com água cor-de-rosa que adquiriram essa cor na grande maioria graças a presença de microalgas, agora vamos conhecer 7 praias das quais a areia tem tons rosados e esse efeito ocorre devido a mistura da areia com pequenos grãos de corais vermelhos danificados ou desgastados (pelo próprio mar).

Confira a lista:

Pink Beach - Komodo National Park – Indonésia

A cor ocorre devido uma mistura de areia de carbonato de cálcio branco e os esqueletos de corais vermelhos, que são relativamente abundantes em certas áreas de Parque Nacional de Komodo. Outras praias de areia rosa são encontrados em algumas das baías orientais em Komodo Island, bem como em Padar sul. O Parque Nacional de Komodo é a verdadeira maravilha do mundo, uma das últimas fronteiras do mundo subaquático - mergulhar em Komodo Marine Park não tem comparação.

Pink Beach - Harbor Island, Bahamas

Possui grande beleza natural, resorts elegantes e, mais importante, três quilômetros de areia perfeitamente rosa e águas calmas. O oceano é ideal para a natação - quente durante todo o ano e geralmente calmo, protegido das ondas do Atlântico por um recife de coral.

Pink Beach - Horseshoe Bay, Bermuda

Conhecida como uma das mais belas praias de Bermuda, esta faixa oferece mais facilidades e comodidades que qualquer outra praia pública na ilha, pois tem várias atividades: uma competição de vôlei de praia semanal ocorre nos meses de verão e há uma abundância de passeios de barco disponíveis para aqueles que querem explorar os locais cênicos ao redor deste paraíso rosa. Essas faixas de areia são tripuladas por salva-vidas de maio a setembro - às vezes suas correntes ficam perigosas.
Fonte: http://www.tropicalsky.co.uk/blog/top-ten-beaches/
Fonte: http://adventuregirl.com/bermudas-top-10-beaches/

Pink Beach - Santa Cruz Island – Philippines

As Ilhas de Santa Cruz são as mais populares entre as 28 ilhas da cidade de Zamboaga, é composta de a "Great Santa Cruz Island" e "Little Santa Cruz Island" Só a "Grande Ilha" de Santa Cruz está aberta ao público desde que toda a área foi protegida e se tornou parque natural. A cor das areias é causada pela abundância de sedimentos vermelhos dos tubos de coral misturados com a areia branca.
Fonte fotos acima: http://www.ambot-ah.com/santa-cruz-island-pink-sand-beach-zamboanga/

Budelli Island, Sardinia – Itália

Uma das ilhas do arquipélago Maddalena; Budelli tem uma área de apenas 1,6 quilômetros quadrados. Em sua areia há às inúmeras conchas e pequenos fragmentos de corais vermelhos. Hoje em dia ninguém mais pode alcançar a praia devido ao fato de que os turistas foram retirando as areias, no entanto, pode ser apreciado a partir do mar.
Fonte: http://www.parks.it/parco.nazionale.arcip.maddalena/Epun.php

Pink Beach, Ilha Bonaire, Caribe

Pink Beach é a maior praia da ilha. Possui areia fina e rosa é muito popular para nadar e tomar sol. Para snorkeling e mergulho você precisa nadar uma distância razoável da costa. Esta praia foi destaque de diversas revistas de viagens como uma das melhores do Caribe.

Balos Lagoon, Creta – Grécia

Tem areia branca e rosa e muitas, muitas conchas - na verdade, a cor-de-rosa da areia vem de conchas antigas que foram transformadas pelo poder do mar. As águas são rasas, cristalinas e quentes. Como Balos é uma lagoa, natação aqui é como nadar em uma piscina.
Fotos http://www.cretanbeaches.com/Beaches/Chania/balos-lagoon/
Texto adaptado de The real Wonder of the World por Luciana Cantanhede Dose de Sustentabilidade

17 de setembro de 2012

Notícias da verdes 1º Edição

O intuito era fazer esse post no final de semana, mas vamos fazer com atraso mesmo, o importante é estar informado ;)
Cerca de 1.200 voluntários promoveram um mutirão para recolhimento do lixo na Praia de Copacabana/RJ
[Vídeo] Dia mundial de Limpeza de praias, rios e lagoas foi comemorados dia 15/07
http://g1.globo.com/ma/maranhao/videos/t/jmtv-2a-edicao/v/o-dia-mundial-de-limpeza-das-praias-foi-comemorado-neste-15-de-setembro/2141682/
Nota: O Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias foi criado pela fundação australiana Clean Up the World em parceria com Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Anualmente, o projeto mobiliza mais de 40 milhões de voluntários em 120 países e promove a conscientização ambiental.

Removendo petróleo do mar com ímãs
http://ambientalistasemrede.wordpress.com/2012/09/16/removendo-petroleo-do-mar-com-imas/

Carvão dissolvido em rios e oceanos pode ter origem antiga
http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/08/12/carv%C3%A3o-dissolvido-em-rios-e-oceanos-pode-ter-origem-antiga/

13 práticas sustentáveis
"detalhes do dia-a-dia para ficar de bem com o meio ambiente"
http://www.samshiraishi.com/13-praticas-sustentaveis/

10 dicas para ser mais sustentável com a ajuda da internet
http://www.autossustentavel.com/2012/09/10-dicas-para-ser-mais-sustentavel-com.html

A Importância da Vegetação no Planeta
Experimento simples que pode ser utilizado nas escolas para mostrar a importância da vegetação.
http://www.vidasustentavel.net/meio-ambiente/a-importancia-da-vegetacao-no-planeta/

O Cerrado fez aniversário mas não há razão para festa
http://www.oeco.com.br/geonoticias/26434-o-cerrado-fez-aniversario-mas-nao-ha-razao-para-festa

[Dica] Curso online A Floresta Amazônica e as Mudanças Climáticas
"Realizado pelo Instituto De Pesquisa Ambiental Da Amazônia (IPAM), o curso é gratuito e pode ser concluído em menos de duas horas. São cinco sessões com áudio, gráficos, fotos e vídeos."
http://www.ipam.org.br/curso/login

Receita de Sustentabilidade
Detalhes de como uma mineira conseguiu implantar o turismo sustentável em meio a amazônia do Mato Grosso, e levou o prêmio Salvadores do Mundo na categoria preservação ambiental em 2008.
http://luzdeluma.blogspot.com.br/2012/07/receita-de-sustentabilidade.html

[Arte Conceitual] Artista italiano pinta grafite que absorve a poluição do ar:
"Cada metro quadrado da tinha especial da "Philosofical Tree" é equivalente a retirar oito carros das ruas"
http://exame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/sustentabilidade/noticias/artista-italiano-pinta-grafite-que-absorve-a-poluicao-do-ar

[Vídeo] Colombiana cria refúgio para beija-flores raros em seu jardim:
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,colombiana-cria-refugio-para-beija-flores-raros-em-jardim,929539,0.htm
Cercopithecus lomamiensis

Nova espécie de macacos é descoberta
Cercopithecus lomamiensis ou Lesula (nome popular)
http://ambientalistasemrede.wordpress.com/2012/09/16/nova-especie-de-macacos-e-descoberta/

Quase Extinto, Tatu-Bola é Eleito Mascote da Copa de 2014
http://programaterritorioanimal.com/2012/09/13/quase-extinto-tatu-bola-e-eleito-mascote-da-copa-de-2014/

[Belo Monte] Ibama autoriza consórcio a iniciar barragens
http://www.oeco.com.br/salada-verde/26445-belo-monte-ibama-autoriza-consorcio-a-iniciar-barragens

[Código Florestal] Câmara pode votar MP do Código Florestal nesta semana 
http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/09/17/camara-pode-votar-mp-do-codigo-florestal-nesta-semana/

[Energia Nuclear] Goiânia e Fukushima: Lições (não) aprendidas
"Completou-se 25 anos do acidente do Césio 137 em Goiânia e a crise nuclear em Fukushima completa 18 meses. [...] Depois do legado dos acidentes de Goiânia e Fukushima, sem mencionar o trágico episódio de Chernobyl, na Ucrânia, não precisamos de mais vítimas para ter a certeza de que esse não é o caminho a ser seguido."
http://www.oeco.com.br/convidados-lista/26442-goiania-e-fukushima-licoes-nao-aprendidas

[São Paulo] O dilema da sacolas plásticas gratuitas continuam em SP
http://pensareco.blogspot.com.br/2012/09/o-dilema-da-sacolas-plasticas-gratuitas.html

Copa de 2014 emitirá 11 milhões de toneladas de gás carbônico
http://www.d24am.com/amazonia/meio-ambiente/copa-de-2014-emitira-11-milhes-de-toneladas-de-gas-carbonico/68836

[Rio de Janeiro] Rio plantará 34 milhões de mudas para reduzir emissão até Olimpíadas
http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/5497/rio_plantara_34_milhoes_de_mudas_para_reduzir_emissao_ate_olimpiadas/

Boa navegação!

6 de setembro de 2012

Feriado + praia = muito lixo que vai parar no mar

Litoral Norte de São Paulo
Os problemas com a quantidade alarmante de lixo deixada nas areias das praias brasileiras é um assunto antigo. A grande concentração de turistas em feriados, festas ou férias costuma ter impacto nas areias da praia local e toda a sujeira deixada ali é carregada pelas ondas para o oceanos, afetando os organismos marinhos e causando grande poluição.

Algum tempo atras algumas fotos foram amplamente divulgadas na web sobre a quantidade de lixo encontrada no fundo do mar da festa Espicha Verão realizada em março/2010 no Porto da Barra / BA, selecionei algumas fotos para que relembre o resultado da micareta:
Veja mais fotos e a matéria AQUI

O fato é que todo esse lixo marinho tem causado sofrimento e morte a muitos animais marinhos, que acabam se alimentado ou se enroscando nos materiais que ficam no fundo do mar ou vagando nos oceanos.
De acordo com o Programa Ambiental da ONU, os entulhos plásticos são responsáveis anualmente pela morte de mais de um milhão de pássaros e de cem mil mamíferos marinhos, como baleias, focas, leões-marinhos e tartarugas. As aves marinhas confundem objetos como escovas de dente, isqueiros e seringas com alimento, e diversos deles foram encontrados nos corpos de animais mortos.

É tanto lixo despejado no mar que existe hoje no mínimo 5 ilhas de plástico gigantescas, verdadeiros lixões, boiando no Oceano Pacífico. Elas são formadas por pedaços de plástico arrastados para um ponto de convergência de diversas correntes marinhas e são frutos dos mais de 50 anos de dejetos lançados nos oceanos.
Em 1997, Charles Moore descobriu por acaso o maior vórtice de lixo conhecido como North Pacific Gyre (“Giro do Pacífico Norte”). Ele começa a cerca de 950 quilômetros da costa californiana e chega ao litoral havaiano. Seu tamanho já se aproxima de 680 mil quilômetros quadrados, o equivalente aos territórios de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo somados – e não pára de crescer. O acúmulo de detritos ali chega a tal ponto que para cada quilo de plâncton nativo da região contam-se seis quilos de plástico, correntes marinhas impedem que eles se dispersem.
Cerca de 20% dos componentes desses depósitos são atirados ao mar por navios ou plataformas petrolíferas. O restante vem mesmo da terra firme. Leia a matéria sobre este assunto na Revista Planeta.

Clique para ampliar.
Como fazer a gestão do lixo deixado nas praias?

Vou transcrever o conteúdo que o site Ecodesenvolvimento citou para solução deste problema.

Pensando estritamente no ambiente praia, a instalação de lixeiras é uma das ações mais elementares que devem ser tomadas pela prefeitura local.

É fundamental que se promova a educação ambiental com os frequentadores da praia no sentido de que passem a jogar o lixo não mais na areia e sim no interior das lixeiras ou dos cinzeiros portáteis.

Incentivos: Existem alguns programas de certificação da qualidade de praias, tais como o programa Bandeira Azul e o programa Seaside Award, que dão um prêmio (uma espécie de certificado de excelência) para aquelas poucas praias onde as pessoas envolvidas (físicas e/ou jurídicas) desenvolveram planos e ações que fazem com que elas apresentem alta qualidade. Entre diversos outros requisitos de qualidade, os dois programas citados acima exigem que, nas praias certificadas, a ocorrência de lixo seja mínima.

Por último, vale lembrar que muitas vezes o lixo que vemos na areia não foi deixado lá pelo usuário da praia, mas sim foi originalmente lançado nas ruas e sarjetas mais afastadas, tendo sido carregado até a praia pela água da chuva, através de canais de drenagem, córregos urbanos ou mesmo rios. Assim, algumas localidades optaram por colocar redes ou grades metálicas nas desembocaduras desses cursos d’água, de forma a reter o lixo, evitando que ele chegue até a praia. A a limpeza periódica dessas grades ou redes é fundamental para que essa técnica dê resultado.


Exemplo de redes e grades utilizadas para a contenção do lixo provenientes de rios e outros cursos d’água
Foto: Stormwater Systems
Cabe a nós como individuo fazer nossa parte, levando uma sacola para os resíduos do que for consumido na praia e depositar os sacos de lixo em local apropriado e não largá-lo na areia, onde as marés podem arrastar os detritos e sacolas de lixo para o mar antes de serem coletados.
Se for possível, espalhar a educação ambiental com vizinhos, amigos, incutir a importância da limpeza das praias e preservação da vida marinha.

Bom Feriado ;)

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