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13 de setembro de 2014

16-set Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio: ela poderá estar recuperada até 2050 porém devemos continuar alertas

Nosso planeta possui um escudo protetor chamado Camada de Ozônio. Essa camada está localizada na estratosfera, a 25 km de distancia da superfície terrestre e é composta pelo gás ozônio. Sem essa proteção, a Terra seria um lugar praticamente inabitável, pois o ozônio é a única substancia que absorve a radiação ultravioleta nociva proveniente do sol (raios UVB).
No dia 16 de setembro é celebrado o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio, uma data instituída pela Organização das Nações Unidas no ano de 1994, em comemoração ao Protocolo de Montreal assinado em 1987 por 46 países que se comprometeram a diminuir produção de clorofluorocarbono (CFC) – um dos principais gazes contribuintes para a deterioração da camada de ozônio, utilizados em aerossóis e determinados eletrodomésticos.

Pela primeira vez em décadas, a camada de ozônio caminha para ser plenamente recuperada, depois de uma importante deterioração. Ela pode estar completamente reconstituída até 2050, com um forte impacto sobre as condições climáticas no Hemisfério Sul. O buraco sobre a Antártica deve começar a se reduzir a partir do ano de 2020. A constatação foi publicada nesta quarta-feira, 10, pela ONU, depois de realizar por quatro anos um estudo com 300 cientistas, inclusive brasileiros.

Em 2010, o informe apontava que não havia qualquer tipo de sinal de melhoria. Agora, a entidade comemora a descoberta e alerta que a recuperação apenas foi garantida graças a uma cooperação internacional. O mesmo modelo, segundo a ONU, deve ser usada como exemplo para os futuros acordos entre governos para lidar com o clima.

A camada de ozônio protege a terra de raios ultra-violetas emitidos pelo sol e, diante da emissão de diversos gases, estava perdendo sua força com a formação de buracos que chegaram a ter a dimensão de verdadeiros continentes. "Mas diante de certos indicadores positivos, a camada de ozônio deve se reconstituir até meados do século", comemorou o diretor-executivo do Programa da ONU para Meio Ambiente, Achim Steiner.

Segundo ele, até 2050 a projeção aponta que a camada poderá voltar a seus níveis de 1980, data que serve de referência. O auge do problema foi identificado em 1993. Agora, a constatação é de que, a cada ano, a concentração de gases nocivos tem caído em 1%. A previsão é de que, diante desse cenário, 2 milhões de casos de câncer de pele conseguiram ser evitados até 2030.

Se todas as emissões de gases foram interrompidas, a camada estará recuperada no ano de 2039, um cenário que os cientistas admitem que não é mais realista. Nem todas as regiões reagirão da mesma forma. As taxas estarão recuperadas antes da metade do século em latitudes médias e no Ártico.

Sul

A situação na Antártica ficará para um período um pouco mais tarde. O buraco continua a se formar a cada primavera e isso deve continuar pela maior parte do século. Isso porque, mesmo se as emissões de substâncias pararam, o acúmulo na atmosfera ainda terá um impacto.

No Hemisfério Sul, o buraco provocou importantes mudanças no clima durante o verão, com altas nas temperaturas da superfície, impacto nas chuvas nos oceanos. A Península Antártica também se transformou no local com a mais rápida elevação de temperatura do mundo. Em 2006, o buraco sobre o Polo Sul alcançou um recorde diante de um inverno especialmente frio. No total, a camada foi afetada em 29,5 milhões e quilômetros quadrados.

Pelas novas constatações, os cientistas apontam que o tamanho do buraco não vai mais se expandir. "A expansão do buraco como vimos durante anos não deve mais ocorrer", declarou Geir Braathen, principais cientista da Organização Meteorológica Mundial. "Talvez teremos mais dez anos de estabilidade e, a partir de 2020 ou 2025, ele começará a fechar", explicou.

O impacto disso será uma reversão no ritmo de aquecimento na Península Antártica. Já na América do Sul, essa tendência será confrontada com a previsão do aquecimento da região por conta das mudanças climáticas.

Para os cientistas, o que garantiu o resultado foi a aplicação do Protocolo de Montreal que, em 1987, estabeleceu regras para o uso de certos produtos, como o CFC, usados em geladeiras e aerossóis. O acordo foi fechado depois que se constatou que, em todo o mundo, a camada sofreu uma forte diminuição de seu tamanho em toda a década de 80 e parte dos anos 90.

Desde então, as emissões de CFC foram reduzidas em 90%, cinco vezes superior ao que se pede para a redução de CO2 no Protocolo de Kyoto. Como resultado, as regras de 1987 conseguiram estabilizar a perda da camada de ozônio a partir de 2000 e, agora, ela começa a aumentar.

Alerta

Mas o informe também alerta para a rápida elevação de certos produtos que passaram a ser usados como substitutos para os gases proibidos. Segundo os cientistas, esses novos produtos também podem produzir gases de efeito estufa, como o HFC.

Os dados mostram que o ritmo de expansão é de 7% ao ano. "Essas substâncias vão contribuir de forma importante às mudanças climáticas e o aquecimento do planeta", alertou Geir Braathen. A ONU e os cientistas pedem que esse produto seja abandonado e substituído por elementos menos nocivos.

Os cientistas também apontam que o futuro da camada de ozônio na segunda metade do século ainda dependerá da concentração de CO2 e metano, que continuam a aumentar. "O que está em jogo é muito importante ainda", alertou Steiner. "Mas o sucesso no caso da camada de ozônio deve servir como exemplo para a negociação de acordos sobre o clima. Temos as provas sólidas da importância da cooperação para garantir a proteção de nosso patrimônio comum", alertou.

Seu recado tem um destino claro: as negociações sobre um acordo climático, marcadas para o dia 23 de setembro em Nova Iorque.

Fonte: Exame

11 de dezembro de 2012

Veja como foi a Conferência do clima COP18 em Qatar


O presidente da COP-18, Abdullah bin Hamad Al-Attiyah,
bate o martelo (literalmente) para ratificar a prorrogação do Protocolo de Kyoto
Foto: iisd.ca
A COP-18, décima-oitava conferência do clima da ONU, [que ocorreu de 26 de novembro a 07 de dezembro de 2012, no Qatar], estava cercada de incertezas quanto ao principal objetivo do encontro: estabelecer uma extensão do Protocolo de Kyoto, hoje o único acordo internacional de proteção climática em vigor.

O panorama geral das negociações foi resumido pela secretária-executiva do evento, Christiana Figueres. Apesar de iniciar seu balanço da primeira semana da convenção de maneira otimista, ela admitiu que muita coisa inevitavelmente ficará de fora.

Diferentemente da COP-15, que aconteceu em Copenhague em 2009 e foi cercada de muita expectativa sobre um grande acordo global, a atual cúpula já nasceu um tanto morna.

No encontro do ano passado, em Durban, na África do Sul, os países "concordaram em concordar" com a criação de um pacto global de redução de emissões, que englobaria países ricos e pobres. O acordo, porém, ficou para começar a ser definido em 2015, para entrar em vigor até 2020.

Para não deixar o mundo sem nenhuma meta de redução de emissões de gases do efeito estufa, as partes optaram pelo prolongamento do Protocolo de Kyoto, que oficialmente deixa de valer no próximo dia 31.

Além de decidir até quando esse "puxadinho" do acordo valerá -- se até 2017 ou até 2020--, ficou para o encontro de agora a definição do quanto será reduzido nas emissões.
Jovens com cartazes: "Vozes Conectadas: Querido negociadores, 1,5 bilhão de jovens não estão diretamente representados na COP 18 e as suas decisões devem refletir as suas demandas" e "Nós estamos aqui".
Foto: iisd.ca
De qualquer maneira, o acordo já nasce com um alcance limitado. Só a União Europeia e a Austrália, responsáveis por cerca de 15% das emissões globais de carbono, concordaram em participar com ações concretas de redução de emissões do que já está sendo chamado, nos bastidores da COP-18, de "Kyotinho".

Em sua criação, em 1997, o protocolo comprometeu as nações desenvolvidas a reduzir suas emissões de gases-estufa em 5,2%, entre 2008 e 2012, em comparação aos níveis de 1990.

O acordo, porém, já foi criado com ausências importantes. Os EUA não ratificaram o pacto, e nações em desenvolvimento como China, Índia e Brasil, que hoje respondem por boa parte das emissões mundiais, não tinham metas imediatas.

Hoje, o maior impasse para a extensão é puxado por Rússia, Polônia e Ucrânia. Esses países emitiram menos do que poderiam na primeira fase de Kyoto e agora querem levar essas "sobras" no potencial de emissões, o chamado "hot air", para a segunda fase do acordo, o que desagrada boa parte dos negociadores.

Canadá e Japão, que participaram da primeira etapa, já avisaram que não vão aderir ao novo período.

EFEITO DOMINÓ

Embora vá ter um alcance limitado, a extensão das metas de Kyoto é importante na construção do futuro pacto global para redução de emissões.

Especialistas temem que um fracasso nessa negociação influencie negativamente o futuro acordo, que ainda nem foi rascunhado, mas é ameaçado pela prioridade dada à crise econômica mundial.

MÁS NOTÍCIAS

Enquanto o acordo não vem, a COP está sendo marcada pela divulgação de vários estudos pouco animadores sobre as condições gerais do planeta.

Dados preliminares da Organização Meteorológica Mundial indicam que 2012 deve se tornar o nono mais quente desde que as medições foram iniciadas, em 1850. E isso mesmo com a presença do La Niña, fenômeno que contribui para o resfriamento das temperaturas.

O documento destacou ainda o degelo recorde no Ártico e eventos extremos de seca e enchentes espalhados por todo o planeta. A temporada intensa de tempestades tropicais e furacões, incluindo o Sandy, que atingiu o Caribe e os EUA, também foi ressaltada.

Já o relatório "Climate Action Tracker", que analisou a eficácia das medidas para combater o aquecimento global, foi ainda mais pessimista. Praticamente todas as grandes nações emissoras, como China, EUA e Índia, tiveram suas medidas consideradas ineficientes. Desse grupo, apenas Coreia do Sul e Japão tiveram medidas classificadas como satisfatórias.

O desempenho do Brasil foi avaliado como "na média".

Fonte: Folha de São Paulo 03/12/2012 por GIULIANA MIRANDA

Naderev Sano, chefe da delegação de Filipinas, é dada uma ovação de pé por ONGs depois de chorar durante o seu discurso e pedir mais ambição dos países no segundo compromisso do tratado. “Alguém precisa fazer alguma coisa. Se não nós, então quem? Se não aqui, então onde? Se não agora, então quando? Abram os olhos para a dura realidade. Façam o que sete bilhões de pessoas querem, não o que políticos demandam.” - disse. A Filipinas recentemente foi atingida por um grande tufão que deixou mais de 500 mortos e centenas de desabrigados.
Veja mais  aqui e aqui / Foto: iisd.ca

RESULTADO

A conferência terminou na noite de sábado 08/12 (com um atraso de 26 horas) sem conseguir resultados satisfatórios que deveriam ter sido fechados nesta rodada. Depois de um impasse que travou as negociações, os delegados vararam a noite  e terminaram a COP aprovando um texto fraco, tímido e adiando as decisões importantes para 2015.

O segundo período do Protocolo de Quioto foi aprovado e irá durar de 2013 a 2020 e garantirá um corte de 18% dos gases de efeito estufa sobre os níveis de 1990. Muito pouco comparado às metas de 25% e 40% que os cientistas afirmam ser importante para conter o aquecimento global. Outras decisões cruciais, como a questão do financiamento e transferência de tecnologia foram adiadas para 2015. Os recursos que seriam repassados para países vulneráveis e as ilhas para se adaptarem não saíram.

As pendências que deverão ser discutidas para serem aprovadas em 2015 são os pontos-chave que não avançam: como será a distribuição de quem paga mais e quem paga menos? Haverá transferência de tecnologia dos países ricos para os pobres? Como isso afetará as relações comerciais? Quem pagará a conta?

A decisão adiada é do que será acordado em 2015 para começar a ser feito a partir de 2020. O novo acordo pós-Quioto que deverá ser colocado em prática em 2020 envolverá todos os países. Nessa prorrogação do protocolo aprovada em Doha, apenas o bloco europeu e a Austrália ficam tendo metas de redução. Japão, Nova Zelândia, Rússia e Canadá estão de fora dessa nova fase e os Estados Unidos nem quiseram tocar no assunto. Não aceitam o acordo e pronto.

Tudo o que se conseguiu em Doha foi uma prolongação de um plano de trabalho. Mas uma vez uma conferência chamada para tomar decisões sobre um acordo global acaba em nada.

*Fonte: O Eco por Nathália Clark


8 de outubro de 2012

Notícias Verdes 4º Edição

[Aquecimento Global] Império Romano e Dinastia Han cooperaram com aquecimento global
Séculos antes da Revolução Industrial, ou do reconhecimento do aquecimento global, impérios antigos como o romano e o chinês já estavam produzindo poderosos gases estufa através de suas atividades diárias. A queima de material vegetal para cozinha, a limpeza de terras para a agricultura e o processamento de metais liberaram milhões de toneladas de metano na atmosfera a cada ano, durante diversos períodos da história pré-industrial, segundo o trabalho, publicado quinta-feira (4) na Nature.

[Biodiversidade] COP-11 da Biodiversidade começa na Índia, em meio à crise financeira mundial

Representantes de mais de 190 países se reunirão a partir de 08/10/2012 na cidade indiana Hyderabad para definir estratégias de financiamento para a proteção da biodiversidade mundial.

COP11 da Biodiversidade: metas e ritmo
Pessimistas já falam em fracasso, jornalistas cobram números concretos. A opção do secretário executivo é investir no pragmatismo, propondo menos ênfase em negociações e mais troca de experiências

Governo do Tocantins retira apoio a projeto de safári africano no Jalapão
A ideia era chamar a atenção para a “intenção” de preservar o meio ambiente, mas o objetivo final era fazer desse ambiente artificialmente construído um reduto de turismo de luxo.
Para preservar, é mais importante deixar os animais africanos na África e elaborar projetos locais de turismo sustentável, que privilegiem a educação ambiental e preservação da fauna brasileira, sem tratar a natureza como negócio.

[Economia Verde] Abramovay, Giannetti e Dowbor discutem otimismo de Muito Além da Economia Verde
Encontro para discussão baseada no livro recém lançado Muito Além da Economia Verde, de Abramovay.
Os limites planetários já foram ultrapassados e não há mais como viver em uma sociedade com tantas desigualdades sociais e econômicas. As perguntas que fazem ao homem de hoje são: “Qual é o sentido da vida econômica? Produzir mais para quê?”.

[Tietê] Conheça o mergulhador do rio Tietê
Há mais de 20 anos, José Leonídio Rosendo dos Santos mergulha nas águas sujas dos rios que cortam a capital paulista: Tietê e pinheiros. ele ajuda a retirar geladeira, fogão e até um ou outro cadáver. Conheça aqui o trabalho deste corajoso homem.

[Desmatamento] Muda critério de ranking de municípios desmatadores
"Serão trabalhados dados mais atuais. Com isso, serão incluídos na lista os municípios onde, realmente, ocorre um desmatamento mais ativo".

[Eleições] Eleitores protestam contra sujeira nas eleições e jogam “santinhos” na Câmara
Em frente à entrada da Câmara dos Vereadores de Guarulhos, milhares de santinhos foram espalhados no chão como forma de protesto. Estampados em faixas estavam palavras de protesto como “chega de santinhos”, “onde está a sustentabilidade?” e “devolva o que nos pertence”.

[Mobilidade] Google Maps cria navegação guiada por voz para ciclistas
Aplicativo do Google pode ser usado como GPS para bikers. Essa inovação veio junto com a inclusão de dez novos países na lista dos que contam com o serviço tradicional de rotas para bike. Já existem hoje mais de 530 mil quilômetros de rotas para ciclistas no Google Maps ao redor de todo o mundo.

Olimpíadas Rio 2016 contarão com transporte sustentável
O deslocamento dos milhares de atletas e das pessoas que trabalharão nas Olimpíadas e Paralimpíadas do Rio, em 2016, será feito por uma frota de 4,5 mil veículos movidos a energia limpa. Os modelos sedãs, sedãs de luxo e SUVs, que foram cedidos pela Nissan, serão elétricos ou utilizarão etanol como combustível. A medida faz parte do plano para atingir as metas de sustentabilidade definidas para os Jogos.

[Reciclagem] Novo concreto é elaborado a partir de material reciclável
A areia de fundição (utilizada em moldes nos processos de fundição de peças metálicas) substitui 70% da areia normalmente utilizada, e a escória de aciaria (resíduo que sobra da produção do aço) substitui 100% da pedra. O produto se utiliza de resíduos sólidos industriais, fazendo uma reciclagem e dando uma nova utilização para eles, o que propicia a economia de recursos naturais. O produto pode ser usado em guias, mobiliário urbano e na execução de contrapisos e calçadas.

[Alimentação] Comida japonesa pode fazer mal à saúde e prejudicar o meio ambiente
A manipulação de Salmão nos cativeiros  resulta alta concentração de gordura – enquanto os naturais possuem altos índices de Ômega 3, o de cultivo apresenta uma concentração muito alta de gorduras saturadas. Enquanto que o atum sofre risco iminente de extinção mas, ao contrário do salmão, não tem sido cultivado em cativeiro para evitar a pesca predatória.

Já conhece a campanha Segunda sem Carne?
A Campanha Segunda Sem Carne se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos que o uso de carne para alimentação tem sobre o meio ambiente, a saúde humana e os animais, convidando-as a tirar a carne do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores.
Existente em vários outros países, como nos Estados Unidos e no Reino Unido, a campanha foi lançada em São Paulo em outubro de 2009 numa parceria da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) da prefeitura, posteriormente estendendo-se a várias outras cidades brasileiras.


Por hoje é só pessoal, boa leitura!

1 de outubro de 2012

Notícias verdes 3º Edição

[Mudanças Climáticas] Se mundo não agir, mudança climática poderá matar 100 milhões até 2030
Mais de 100 milhões de pessoas vão morrer e o crescimento econômico global será reduzido em 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2030 se o mundo fracassar no combate às mudanças climáticas, alertou um relatório encomendado por 20 governos divulgado nesta quarta-feira, 26/09.

Aquecimento global deve diminuir tamanho de peixes, diz estudo
Pesquisa publicada na 'Nature Climate Change' estudou 600 espécies. Tamanho máximo de peixes pode ser reduzido de 14% a 20% até 2050.

Mudanças climáticas podem alterar genes de ursos polares
Mudanças climáticas no passado diminuíram os locais onde viviam os ursos polares. Saindo das geleiras e passando ao continente, eles passaram a ter mais contato com os marrons. Ao cruzarem entre si, o resultado foi parar no material genético.

[Energia] Japão retomará obra de primeira usina nuclear após Fukushima
Apesar da pressão popular pelo abandono desta matriz energética, poderosos grupos empresariais pediram ao governo que repense o compromisso de eliminar a energia nuclear, já que isso poderia acarretar mais gastos na importação de combustíveis e prejudicaria ainda mais a já estagnada economia.

[Poluição] Para onde vai o nosso lixo? Pesquisadores seguiram os resíduos com chips para responder essa pergunta (vídeo)
Foram ao todos 3 mil chips espalhados, que rastrearam o caminhos que os resíduos fizeram desde o seu descarte até a destinação final.

Poluição Chega ao Último Refúgio Marinho Intocado
Presença no Oceano Antártico de 40 mil fragmentos plásticos por quilômetro quadrado, quantidade próxima da média global, revela que os impactos das atividades humanas estão indo além do que se pensava.

Ministério Público investiga derramamento de óleo no litoral de São Paulo
Na denúncia, a AACM anexou fotos aéreas que comprovariam que o vazamento atingiu o mar, fato que teria sido negado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e pela Petrobrás. Ainda de acordo com a entidade, nenhuma contenção teria sido feita pela estatal.
Divulgação: Science



[Tecnologia] Civilização maia tinha método sustentável para gerenciar água
Os antigos maias construíram um sistema hidráulico sofisticado e sustentável que foi sendo aperfeiçoado por mais de mil anos para servir a uma população crescente.



Cientistas criam o primeiro chip biodegradável
Entre as possíveis aplicações, os chips biodegradáveis podem ser utilizados no monitoramento ambiental, implantes médicos e monitoramento de corpos.

Tecnologia para bike emite luz que demarca espaço seguro para a ultrapassagem
Trata-se de um aparelho que emite dois lasers vermelhos para demarcar o espaço entre a bicicleta e os carros que trafegam na mesma via.

Táxi elétrico: sem fumaça e sem barulho
Motivado pela falta de combustível no local, Al Qasas, um taxista da Faixa de Gaza, defende: “Eu pensei sobre a construção de um táxi elétrico que usasse gasolina e ao mesmo tempo fosse ambientalmente amigável. Nenhum dano ao meio ambiente, sem fumaça ou barulho”.

Google chega ao fundo do mar
O site reuniu uma série de imagens panorâmicas de recifes de coral, permitindo que as pessoas explorem paisagens embaixo d’água. Isso pode ser bom não só para o usuário, que conhece mais sobre pontos paradisíacos do planeta, como também para cientistas do meio ambiente.

[Biodiversidade] Brasil não tem acordo sobre metas de conservação de biomas
A ampliação do sistema de áreas protegidas no mundo deve ser um dos principais debates entre os países signatários do acordo em Nagoya (a Metas de Aichi – diretrizes criadas em 2010 para garantir a conservação da biodiversidade do planeta). Pelo documento de Aichi, 17% das áreas terrestres e de águas continentais e 10% das áreas marinhas e costeiras terão de estar protegidas por sistemas de proteção até 2020. O Brasil tem, hoje, 16,8% da área terrestre conservada. Mas a proteção da área marinha não ultrapassa 1,5% do total.

[Crimes Ambientais] Crime organizado explora 90% das florestas e lucra até US$ 100 bilhões ao ano
O relatório “Carbono verde: Comércio Negro”, realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Interpol, afirma que 90% da exploração madeireira nas florestas tropicais do mundo são realizadas por facções do crime organizado.

Boa Leitura ;)

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