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O tabagismo e os danos ele que causa à saúde e ao meio ambiente
A fumaça e as bitucas jogadas no chão podem causar danos ao meio ambiente, como a contaminação da água, que pode ocorrer caso a nicotina e as substâncias presentes no alcatrão atinjam lençóis freáticos, rios e lagos
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A importância dos alimentos orgânicos
Produto orgânico é o resultado de um sistema de produção agrícola que não utiliza agrotóxicos, aditivos químicos ou modificações moleculares em sementes. Nutricionista explica qual a sua importância no nosso dia-a-dia.
18 de novembro de 2015
Guia que visa popularizar a observação de aves é lançado em São Paulo
2 de dezembro de 2014
Morte de 200 periquitos em Manaus é investigada e ambientalistas fazem manifestação
A suspeita é que os animais, que estavam mais vulneráveis por não poder pousar nas árvores, tenham sido envenenados
Centenas de periquitos foram encontrados mortos, na manhã da quinta-feira (27/11), na Avenida Efigênio Sales, situada na Zona Centro-Sul de Manaus. A suspeita é de que as aves tenham sido envenenadas. O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) apura o caso.Por volta das 10h30 desta quinta, os animais estavam caídos na pista, no sentido bairro/centro, e no meio-fio da avenida. Uma testemunha, que não quis ser identificada, relatou, ao portal G1, ter visto na noite da quarta-feira (26) um homem mexendo na árvore e no chão próximo ao local onde os animais estavam. Ela afirmou acreditar que se tratasse de veneno.
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) informou, por meio da assessoria de comunicação, que uma equipe do departamento de fauna será enviada ao local para apurar a situação e apontar um diagnóstico sobre o que resultou na morte dos pássaros. Os animais serão submetidos a testes e um laudo apontará a causa exata da morte
Proteger as árvores dos pássaros?
Próximo ao local está um condomínio de alto padrão que, em 2012, instalou telas na copa de palmeiras imperiais que ficam na frente do prédio para impedir que periquitos se instalem nas árvores. A justificativa é que os animais estariam prejudicando as palmeiras, mas aparentemente o barulho dos pássaros incomodava os moradores do local. Na época a ação teve autorização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas). Na ocasião, a Semmas informou ainda que, após um mês, seria realizada a retirada das telas para verificar se as aves retornariam ao local ou se já estariam utilizando outras áreas como dormitório. Após dois anos, as telas permanecem nas palmeiras.Os Bombeiros foram chamados na semana passada e abriram as telas. Um especialista ouvido pelo G1 afirmou que o equipamento contribui para a morte dos animais pois os deixa mais vulneráveis. Como não podem pousar nas árvores, os pássaros têm que ficar no chão e estão mais suscetíveis a atropelamentos e até envenenamentos.
Revolta
A população realizou um protesto pedindo que o crime seja apurado e os responsáveis, punidos. Foi criado também um abaixo-assinado pedindo que o Ministério Público, a Polícia Federal e o IPAAM investiguem o caso.Mais de 100 pessoas se reuniram na Avenida Ephigênio Sales, no sábado (29/11/2014), em um protesto. Os manifestantes usaram cartazes, balões e até mesmo fantasias para chamar a atenção sobre o caso.
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| Fotos da manifestação de 29/11/2014 - Foto: Marcos Dantas/G1 AM |
Fonte G1 e Catraca Livre
25 de julho de 2014
26 de Julho - Dia Mundial dos Manguezais
Os manguezais são considerados como floresta a beira do mar, onde águas de rios desaguam no mar e o regime de marés determina ausência ou presença destes.
"O manguezal é fruto do namoro entre o rio e o mar. Quando o rio vem beijar o mar, nasce o manguezal"Os manguezais são ambientes estuarinos especiais, caracterizados por apresentarem densa vegetação de halófitas (plantas que vivem em condições salinas). A densidade das espécies de mangues (Avicenia schaueriana, A. germinans, Laguncularia racemosa, Rhizophora mangle) e as condições naturais dos estuários dão aos manguezais uma condição única de uma eficiente "armadilha de nutrientes"; aí, a decomposição da matéria orgânica é feita por bactérias anaeróbicas que, desprendendo grande quantidade de ácido sulfúrico (H2S), conferem odor característico a estes ambientes.
A maioria dos nutrientes dissolvidos permanece presa neste estuário (em função de um maior tempo de residência), em vez de ser carregada para o mar, criando condições para que funcione como um "berçário" para espécies que têm valor comercial, como os camarões, lagostins, moluscos e peixes.
Infelizmente hoje grande parte da população vê este ecossistema como um lugar fétido, sujo, insalubre e sem utilidade agrícola. Tal posicionamento resulta em desmatamento, aterramento e drenagem dos manguezais, com a morte de milhares de espécimes.
Principais desafios:
Ocupação humana
A ocupação imobiliária deste ecossistema ocorre de duas formas. Geralmente classes financeiramente estáveis desmatam, aterram e ocupam este ambiente pela boa localização, afinal manguezais ficam de frente para uma área marítima tranqüila, com visão paradisíaca e sem vizinhança. Por outro lado, as classes miseráveis, por reflexo dos problemas sociais, vão para este local por falta de opção de moradia e constroem casebres sem infra-estrutura, sofrendo com as intempéries da região.
Contudo, não é só a ocupação do manguezal em si que resulta em muitos problemas, a intensa utilização das regiões próximas geralmente é acompanhado de aumento no despejo de resíduos, o que leva a um grande desequilíbrio neste ecossistema. Historicamente, o descarte de resíduos (esgoto e lixo) é feito em rios e mares. Tal posicionamento atinge diretamente este ecótono (ambiente de transição). Muitas cidades brasileiras construíram ou ainda constroem lixões e aterros sanitários em manguezais, acreditando que o forte odor liberado pode ser justificado pelo ecossistema e não pelo mau condicionamento dos resíduos.
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| Foto: http://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2004-2/palafitas/favela.htm Favela da Maré, Parque Roquete Pinto: Surgiu através de uma série de aterros realizados pelos próprios moradores, a partir de 1955, às custas do manguezal. O processo de urbanização sumiu aos poucos com as palafitas e deu lugar a domicílios de alvenaria. |
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| Em Cubatão já foram detectadas no passado 320 fontes poluidoras do ar, da água e do solo. Lançavam-se 64 toneladas de poluentes por dia nas águas do mangue, incluindo 4.000 quilos de metais de difícil dissipação na natureza, como mercúrio, cromo e zinco. O despejo é hoje 5% do que era. Devido aos gases e aos despejos da indústria química ali instalada, a região era considerada nos anos 80 um dos lugares mais poluídos do mundo. Mas o mangue que o homem poluiu e arrasou com as dragagens renasceu nesses últimos 10 anos (em que houve diminuição significativa da poluição) transformado num grande viveiro para mais de oitenta espécies de aves aquáticas, algumas delas vindas do Hemisfério Norte. Fonte: Veja Dez/2000 , Os Guarás Vermelhos viraram principal atrativo turístico, leia mais em Virtude. |
A carcinicultura arrasou o litoral africano e vem destruindo a costa da América do Sul. No Brasil, a atividade está proibida em manguezais sem ter licenciamento, pois além do desmatamento a atividade utiliza muitos biocidas para evitar a invasão de algas e moluscos nas “gaiolas” dos camarões. Já a pesca predatória, como a de arrasto, além de acabar a fauna marinha capturada, que não é aproveitada pelos pescadores, revolve o solo e destrói a fonte de recursos dos pescadores artesanais.
Atividades portuárias e industriais
As atividades mais destrutivas aos manguezais brasileiros são as industriais e portuárias. Indústrias frequentemente se localizam perto de rios e manguezais para descartar os resíduos produzidos (principalmente tinturas e metais pesados). Tal descarte deveria ser tratado e controlado, porém não é o que acontece. Já os portos necessitam de águas calmas para o atracamento dos navios, estes locais geralmente são baías, onde há manguezais. Os impactos causados pela presença de portos incluem a contaminação da água e dos animais (por resíduos, água do lastro e outros), a possibilidade de doenças trazidas de outros locais e o estresse por ruídos e poluição do ar.
6 de julho de 2014
O Café e o Jacu: Como essa ave passou de vilã dos produtores à responsável pela valorização do produto
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| Jacu (Penelope sp) – Foto de Eurico Zimbres/ Wikimedia Commons |
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| Civeta (Paradoxurus hermaphroditus) – Foto de Tigrou Meow/ Wikimedia Commons |
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| As fezes do jacu |
Os amantes do café podem experimentar essa excentricidade em Santos, no Museu do Café. Se gostar da iguaria, prepare o seu bolso: 250 gramas de jacu bird coffee podem custar mais de R$ 100!
Fonte: National Geographic Brasil
Infelizmente na Indonésia a obtenção do café Kopi luwak (o mais caro do mundo) não tem sido tão selvagem como dizem. Algumas casas de café da Indonésia mantêm os Civeta confinados em pequenas gaiolas se alimentando exclusivamente do fruto do café e água. Suas fezes são coletadas diariamente para produção do pó do café.
Esperamos que não ocorra nada parecido com nossos Jacus.
“Nós levamos um ano e meio para dominar a técnica de fazer bebida boa a partir de cocô de passarinho”, comenta Henrique Sloper, dono da fazenda Camocim e detentor da patente do café. Segundo ele, foram interceptadas em Minas tentativas de produtores de copiar a técnica desenvolvida na fazenda, mas de forma errada, com os jacus presos em cativeiro. “Ficamos sabendo que alguns produtores estavam tentando prender o jacu e ensiná-lo a comer café. Mas não foi assim que aconteceu na nossa fazenda, onde o processo nasceu naturalmente”
11 de abril de 2014
Vídeo sobre como os lobos mudam os rios
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| Foto: http://www.facebook.com/ProtectingYellowstoneWolves |
Todos sabemos que os lobos são carnívoros e por isso matam várias espécies de animais. Mas precisamos ficar conscientes de que dão vida a muitos outros.
Antes dos lobos serem reintroduzidos em Yellowstone – ficaram ausentes por 70 anos – o número de veados aumentou muito, porque não havia nenhum animal que os caçasse. Apesar dos esforços humanos para controlar os veados, eles conseguiram destruir grande parte da vegetação.
Quando o lobo foi reintroduzido, apesar de serem poucos, o seu impacto foi marcante. Primeiro eles mataram alguns veados, mas isso não foi o aspecto principal. Muito mais importante, eles mudaram radicalmente o comportamento do veado. Os veados começaram a evitar os locais do parque onde poderiam ser apanhados mais facilmente pelos lobos, como os vales, e imediatamente esses locais começaram a regenerar-se, observou-se aumento na população de salgueiros e recuperação da mata ciliar. Em alguns locais, a altura das árvores quintuplicou em apenas 6 anos. E com as árvores chegaram os pássaros e os castores.
Os lobos também mataram alguns coiotes, e como resultado o número de coelhos e ratos aumentou, o que significa mais falcões, doninhas, raposas e texugos.
Mas o mais interessante foi que os lobos mudaram o comportamento dos rios. Estes começaram a serpentear menos, pois com o crescimento da mata ciliar pois havia menos erosão.
Quando uma das espécies desaparece pode provocar graves danos no equilíbrio dos ecossistemas.
Pesquisadores da Universidade Estadual do Oregon (OSU) divulgaram um relatório que conclui que é preciso reconsiderar o valor dos predadores. Os carnívoros no topo da pirâmide, a exemplo dos lobos, são cruciais para a manutenção da biodiversidade em certos ecossistemas. E em muitos locais e países esses predadores estão ameaçados de extinção.
E quando falamos em ecologia o problema é muito mais complexo do que apenas reintroduzir novas espécies para predação. A população de lobos cinzentos está crescendo à razão de 24% ao ano, sempre aparecem discussões a respeito da caça controlada, proteção de rebanhos etc. Depois que se destrói o equilíbrio da natureza é difícil remediar os problemas e principalmente estabelecer um novo equilíbrio.
Vamos preservar e estudar melhor os impactos causados ao se tomar decisões que afetem o meio ambiente.
O vídeo é de uma palestra de George Monbiot para o TED, falando sobre REWILDING (Retorno ao natural): reintrodução de espécies na natureza para que ao passar do tempo a própria natureza reencontre um equilíbrio, ele dá enfase para predadores de topo de cadeia como reguladores desse equilíbrio. http://www.youtube.com/watch?v=8rZzHkpyPkc
Montagem original das imagens com o discurso http://www.youtube.com/watch?v=ysa5OBhXz-Q
24 de junho de 2013
Apenas 7,5% da Caatinga está protegida
A Caatinga é considerada por especialistas o bioma brasileiro mais sensível à interferência humana e às mudanças climáticas globais. Apesar disso, apenas 7,5% de seu território está protegido em Unidades de Conservação (UCs) e apenas 1,4% dessas reservas são áreas de proteção integral.
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| Vegetação típica da caatinga. Foto Jornal da Chapada |
“A região Nordeste tem 364 reservas registradas no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC). Apenas 113 (ou 31%) têm como objetivo proteger a Caatinga, embora esse bioma seja predominante em todo o semiárido brasileiro. É uma contradição que precisa ser revertida”, afirmou Santos.
Ainda segundo o levantamento feito pelo biólogo, quase metade das 113 UCs são particulares e apenas 9% têm plano de manejo. Na avaliação de Santos, a situação reflete a ideia errônea, porém disseminada durante muito tempo, de que a Caatinga seja um bioma pobre, homogêneo e no qual não há “quase nada a ser preservado”.
“A Caatinga sempre foi o patinho feio dos biomas brasileiros. Em primeiro lugar, vem a preocupação com a Amazônia, a Mata Atlântica e o Cerrado. A imagem da Caatinga é a do solo rachado e a do gado morrendo de sede, mas é a região semiárida com a maior biodiversidade do mundo”, afirmou Santos.
As espécies da Caatinga, no entanto, ainda são pouco conhecidas. Cerca de 41% do bioma nunca foi amostrado. Até o momento, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, foram descritas na região 932 espécies de plantas, 241 de peixes, 7 9 de anfíbios, 177 de répteis, 591 de aves, 178 de mamíferos e 221 de abelhas. No caso da flora, mais de 30% das espécies descritas são endêmicas, ou seja, não ocorrem em nenhuma outra região do mundo.
O índice de endemismo chega a 57% no caso dos peixes, 37% no caso de lagartos, 12% dos anfíbios e 7% das aves, segundo dados apresentados por Adrian Antonio Garda, do Centro de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (CB/UFRN), durante o evento.
“O número de espécies descritas pode parecer pequeno quando você compara com os outros biomas brasileiros. Mas estamos comparando com biomas do país de maior biodiversidade do mundo e em condições climáticas completamente diferentes. Quando você compara com as regiões desérticas mais bem estudadas da América, a Caatinga apresenta bem mais do que o dobro do número de espécies e com altos níveis de endemismo. Isso apesar de mais de 40% do bioma nunca ter sido inventariado”, disse Garda.
Na avaliação de Santos, falta massa crítica dentro das universidades e de institutos de pesquisa locais para ampliar esse conhecimento e difundi-lo entre e os formuladores de políticas públicas. “É preciso levar as informações ao gestor. A falta de vontade política e de lideranças comprometi das com o uso racional da Caatinga é um dos obstáculos para conservação desse bioma”, avaliou.
Também é preciso derrubar o mito de que a Caatinga esteja pouco alterada, defendeu Santos. Estima-se que tenha sobrado apenas 54% do bioma. Os estados que mais desmataram foram Bahia, Ceará, Piauí e Pernambuco.
“Mas, ao contrário do que acontece no caso da Mata Atlântica, não sabemos com precisão o que já se perdeu do bioma e como estão distribuídos os fragmentos restantes. Do ponto de vista da conservação, é fundamental saber se são muitos fragmentos pequenos ou poucos fragmentos grandes para pensar em como reconectar as paisagens”, disse.
Reverter a perda de hábitat na Caatinga, no entanto, não é tarefa simples, explicou Santos. A escassez de água na região dificulta a fotossíntese e faz com que o bioma apresente uma resiliência muito pequena à interferência humana.
Ameaças
O principal fator de degradação da Caatinga hoje é, segundo Santos, o desmatamento praticado para obtenção de lenha e de carvão vegetal. Cerca de um terço da lenha cortada é para uso residencial. A maior parte do carvão vai para siderúrgicas e para os polos de gesso e cerâmica do Nordeste.
O biólogo também citou como ameaças o u so indiscriminado de fogo em práticas agropecuárias, a introdução de frutas exóticas à região e as criações extensivas de caprinos, ovinos e bovinos.
“Não estou defendendo que se deixe de criar bode ou se pare de usar lenha. Isso é parte da economia e da cultura local. Mas é preciso ordenar o uso dos recursos, fazê-lo de forma racional. Caso contrário, a consequência será a desertificação”, defendeu Santos.
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| Desertificação em Irauçuba - Ceará . Foto: O Globo |
De acordo com o pesquisador, já existem na região núcleos de desertificação – áreas com alto grau de degradação ambiental onde o solo está exposto e exibe alto grau de erosão, há pouca diversidade biológica e pouca cobertura vegetal.
“O polígono de maior risco de desertificação no Brasil está no Nordeste. Por já ser naturalmente uma região semiárida, a Caatinga é o bioma mais ameaçado pelas mudanças climáticas. À medida que o planeta esquenta, o déficit hídrico, que já é grande, tende a crescer”, alertou.
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| Desertificação no estado da Paraíba. Foto: Patos online |
Organizado pelo Programa BIOTA-FAPESP, o Ciclo de Conferências 2013 tem o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento do ensino de ciência. O próximo encontro será em 22 de agosto, quando estará em pauta o “Bioma Amazônia”.
Em 24 de outubro, o tema será “Ambientes Marinhos e Costeiros”. Finalizando o ciclo, em 21 de novembro, o tema será “Biodiversidade em Ambientes Antrópicos – Urbanos e Rurais”.
21 de junho de 2013
Hidrelétricas voltam ser liberadas no Pantanal prejudicando a biodiversidade
Uma das maiores planícies úmidas do mundo e Patrimônio Natural da Humanidade, o pantanal é alvo do setor energético, que pretende espalhar pequenas centrais elétricas pela região
No dia 3 de maio de 2013, a decisão que impedia a construção de usinas hidrelétricas na Bacia do Alto Paraguai (BAP), localizada na região do Pantanal, nos Estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul foi derrubada na Justiça pela desembargadora Marli Ferreira, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), em São Paulo.Os projetos de novos licenciamentos hidrelétricos no Pantanal foram paralisados em janeiro deste ano, depois de a Justiça acolher a solicitação do Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público Estadual (MPE) de Mato Grosso do Sul, que concluíram, com base em dezenas de documentos, que a construção de represas na Bacia do Alto Paraguai irá alterar os sistemas hídricos e o funcionamento biológico natural de todo o Pantanal.
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| Construção de hidrelétricas na | Bacia do Alto Paraguai no Pantanal. Fonte: Revista Reciclar Já |
Poucos lugares no mundo abrigam tamanha biodiversidade e mesclam características de tantos biomas quanto o Pantanal Mato-grossense. A exuberância da reserva de mais de 140 mil quilômetros quadrados distribuídos entre os estados de Mato Grosso (MT) e Mato Grosso do Sul (MS) é marcada principalmente pelo fato de o bioma ser guardião de milhares de espécies, muitas raras e em extinção. Mas a grande planície alagada que sobrevive graças aos ciclos de cheia e seca dos rios atrai também empresários do setor energético. Nos últimos anos, a região pantaneira tem sido ocupada por dezenas de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Especialistas acreditam que as intervenções estejam alterando o fluxo migratório de espécies aquáticas. Assim como eles, a comunidade ribeirinha cobra uma avaliação ambiental estratégica do conjunto de equipamentos instalados ao longo do pantanal para medir o real impacto que as PCHs geram no funcionamento do ecossistema.
Detentor do título de Patrimônio Natural da Humanidade e Reserva da Biosfera, concedido pela Unesco, o pantanal é uma das maiores planícies úmidas do mundo, que, graças aos grandes rios que cortam a região, tem formação de grandes inundações de água doce ou salobra em toda sua extensão. Companhias de energia elétrica viram no grande volume de água uma oportunidade de negócio. O interesse é tão grande que além das dezenas de PCHs já em funcionamento nos dois estados, outros 87 projetos estão em andamento. Eles haviam sido suspensos por uma liminar da Justiça em dezembro, que proibía a expedição de licenças ambientais para construção de hidrelétricas até que os órgãos responsáveis apresentassem estudo de impacto do conjunto de PCHs. Mas a liminar foi derrubada em 3 de maio pela desembargadora Marli Ferreira, do Tribunal Regional Federal (TRF) de Cuiabá, depois de um recurso da Associação Brasileira dos Geradores de Energia Limpa (Abragel).
As usinas de pequeno porte que têm sido construídas nos rios do pantanal são capazes de gerar de 1 a 30 megawatts e operam pelo sistema conhecido como fio d’água. Nesse tipo de hidrelétrica, não há formação de grandes reservatórios de água, mas ainda assim a bióloga especialista em ecologia de rios da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Pantanal e professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Débora Calheiros afirma que as PCHs são um risco para o sistema hidrológico da região. Débora observa que a construção de tantas usinas já alterou o fluxo migratório dos peixes, que têm enfrentado problemas para se reproduzir. “As PCHs são consideradas pequenas por sua capacidade de geração de energia, mas qualquer obstáculo que é colocado no leito do rio interrompe seu fluxo e altera o ciclo de secas e cheias, fundamentais para a reprodução de algumas das espécies mais importantes do pantanal”, alerta.
A produção das PCHs, segundo Débora, é pequena e não compensa o impacto ao meio ambiente. “Elas geram cerca de 1% da energia produzida no Brasil”, aponta. Ela diz ainda que as hidrelétricas podem atingir a pecuária. De acordo com a especialista, alguns produtores criam gado em pasto nativo, que depende das inundações para se livrar de alguns tipos de vegetação. “A pecuária extensiva já sofre, pois não observamos cheias tão grandes”, observa. Ela lembra ainda que as secas pronunciadas também são importantes, pois é quando algumas espécies, como as tartarugas, aproveitam para se reproduzir. A bióloga critica a forma como as licenças têm sido concedidas. “Não se pode medir o impacto individual das PCHs quando elas estão em um bioma complexo como o pantanal. O que cobramos é uma avaliação ambiental estratégica de toda a região para sabermos as mudanças que elas podem causar.”
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| O Tuiuiú é considerado a ave-símbolo do Pantanal onde é a maior ave voadora. |
Natureza em declínio
Moradora da região de Cáceres, em Mato Grosso, há mais de 40 anos, Elza Bastos Pereira, de 52, diz ter testemunhado muitas mudanças no pantanal desde que o conjunto de PCHs começou a operar. Ela conta que tem observado alterações no pulso de inundação do pantanal – sistema responsável por controlar as secas e cheias. Presidente da Colônia de Pescadores de Cáceres, ela explica que os peixes são a principal fonte de renda da comunidade ribeirinha. Banhada pelas águas do Rio Jauru, a região é conhecida devido à riqueza em espécies aquáticas e abriga peixes como pintado, piraputanga, jurupoca, dourado e vários outros. Além de serem comercializados, os animais são ainda um atrativo para a pesca turística. Mas, segundo Elza, a população de peixes caiu muito desde que seis usinas foram construídas no leito do rio.
“É um período de tristeza para a população ribeirinha. Sobreviver da pesca está muito difícil”, lamenta. Elza afirma que as intervenções têm feito o nível do rio baixar mais que o normal, o que resulta na morte dos peixes. O resultado são quedas de até 80% na renda de algumas famílias, o que tem levado pescadores a buscar outra ocupação.
“Fazer estudos pontuais para medir os impactos das pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) é querer enganar a população. O pantanal é composto por um sistema bastante sensível e a instalação de tantas PCHs nessa região tem um grande potencial de impacto. Não temos como dizer com precisão o que vai ocorrer, mas toda a área do pantanal precisa do pulso de inundação, do qual os animais e espécies vegetais dependem para se reproduzir. Mas esse processo ecológico corre o risco de ser alterado com a criação de barragens, mesmo que pequenas, no leito dos rios, gerando interrupção no fluxo de enchentes e secas. Não são apenas os peixes que correm o risco de serem prejudicados. A pecuária também pode ser afetada, pois espécies invasoras podem se proliferar em pastos nativos com a mudança dos períodos de cheia e impossibilitar a criação de gado.” Geraldo Damasceno - Biólogo e professor de ecologia de comunidades vegetais da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
"Preocupação é exacerbada", diz sindicalista
Com o argumento de que as pequenas centrais hidrelétricas promovem a geração de energia limpa, representantes do setor de energia elétrica rebatem a opinião dos especialistas e afirmam que as dezenas de usinas em operação têm contribuído para a preservação do bioma pantaneiro. Superintendente do Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Gás do Estado de Mato Grosso (Sindenergia-MT), Marcelus Mesquita considera exacerbada a preocupação com os possíveis impactos no sistema hidrológico. “Acreditamos que há um exagero. Estão dizendo que a PCH degrada o meio ambiente, mas as pequenas hidrelétricas usam o sistema de fio d’água e o represamento é muito pequeno”, afirma.
Marcelus observa que para manter o bom funcionamento das usinas de pequeno porte, as empresas licenciadas que operam os equipamentos precisam se preocupar com o acúmulo de sedimentos nos rios e, segundo ele, isso ajuda a preservar a região. “Não pode haver assoreamento nas regiões em que há PCHs, porque isso faz com que as turbinas estraguem. Isso também ajuda a preservar a região”, considera o superintendente do Sindenergia-MT. Ele comemora a decisão judicial que possibilitou a retomada dos licenciamentos na região do pantanal. “O estudo conjunto é inviável e a Justiça entendeu isso. As empresas cumprem todas as exigências da legislação ambiental e vão continuar a solicitar investimentos”, afirma.
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| Bacia do Alto Paraguai - Pantanal |
Leia mais: Para onde caminham os rios: Um exemplo norte-americano e a realidade brasileira
22 de maio de 2013
Sobre trazer à a vida animais extintos e a pretensão de salvar o planeta
O projeto Revive & Restore decidiu desextinguir espécies com base na resposta a três perguntas principais:
- A espécie é desejada? (É um ícone? Desempenhou um papel ecológico importante? Trazê-la de volta ajudará a responder importantes questões para a ciência?)
- Seria prático trazer a espécie? (Há quanto tempo se extinguiu? Existem parentes próximos vivendo hoje? Há amostras de tecido ou espécimes conservados para a extração de DNA?)
- A reintrodução no habitat natural poderia acontecer? (O habitat original está intacto ou pode ser restaurado? As causas da extinção são conhecidas e podem ser corrigidas? As habilidades para a sobrevivência no ambiente natural não precisam ser ensinadas pelos pais? A reintrodução seria viável para a espécie e para o ambiente?).
A questão sobre trazer à atualidade espécies extintas tem se tornado alvo de discussão entre cientistas pois, apesar de muitas espécies terem desaparecido devido as ações do homem, a terra sempre passou por processos de extinção naturais. Mas lendo um texto sobre os prós e contras da extinção de David Shukman da BBC ele conclui que existe um aspecto moral que temos em relação a este assunto. Nós "como espécie mais poderosa do planeta, temos o dever de não obliterar outras, especialmente se isso acontece por pura falta de cuidado.[...] Sentirmos responsabilidade pela sobrevivência de espécies mais fracas seria [como] um indicador de civilização."
Li um post do blog Acidulante que falava para não nos preocupar com o planeta e ser egoísta e acho que realmente isto é algo para se pensar. Afinal muitos ambientalistas levantam uma bandeira para salvar determinada espécie de animal bonitinho, um ecossistema (não seriam todos ecossistemas e animais -mesmo bactérias - importantes para o equilíbrio?), entre outros, mas será que o planeta realmente precisa ser salvo? A terra tem um processo chamado homeostase no qual sempre recupera seu equilíbrio (mesmo que com novas espécies), e, como dito anteriormente, já houve vários processos de extinção naturais. No entanto ao acelerarmos o processo de aquecimento global e extinção de algumas espécies só estamos afetando a nós mesmo, criando doenças, acabando com plantas de caráter medicinal, acabando com nossa qualidade de vida.
Quem realmente precisa ser salvo?
Se pensarmos na nossa sobrevivência neste planeta, estaremos pensando em agir em harmonia com ele. Buscaremos qualidade de vida, cidades, rios e praias limpas e ar puro, pois assim não há proliferação de doenças. Evitaremos desequilibrar habitats e afetar vidas das espécies pois todas participam de uma cadeia e são reguladoras do meio.
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| Imagem da agencia de publicidade ALMAP BBDO clique para ampliar |
Quem irá lançar um projeto de clonagem e desextinguir nossa espécie depois de um evento assim?
E você o que acha do projeto Revive & Restore e que animais extintos gostaria de encontrar na natureza? Comente!
7 de maio de 2013
Caça ilegal pode ter levado a extinção os rinocerontes de Moçambique
A população de rinocerontes em Moçambique foi dizimada há mais de um século pela caça. Recomposta anos atrás, os animais estão mais uma vez perto da extinção no país, por causa do aumento da caça ilegal motivada pela procura de seus chifres na Ásia.
Um especialista disse que o último rinoceronte do país africano já foi morto. O diretor do Parque Transnacional do Grande Limpopo - o único local onde os animais viviam em Moçambique - também afirmou que os responsáveis pelo fim da espécie são os caçadores ilegais. Já o diretor do departamento de Conservação do governo moçambicano acredita que ainda restem alguns poucos exemplares da espécie no país.
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| Acima, um pesquisador do Zimbábue retira o chifre de um rinoceronte. Foto: WWF / BBCBrasil.com |
Os elefantes também estão em perigo, segundo Antonio Abacar, chefe da reserva de Limpopo. Seus guardas florestais estariam ajudando os caçadores, e 30 dos 100 funcionários vão prestar depoimento às autoridades em breve.
"Pegamos alguns em flagrante, enquanto guiavam os caçadores por uma área de rinocerontes", disse.
Um guarda florestal preso por cooperar com caçadores na reserva de Niassa, no norte do país, afirmou à TV moçambicana que recebia 2500 meticais (cerca de R$ 160) para guiar os caçadores ilegais a regiões onde vivem elefantes e rinocerontes. O salário médio de uma guarda florestal é entre 2000 a 3000 meticais (R$ 128 a R$ 192) por mês.
Os guardas vão perder seus empregos, mas as consequências jurídicas são mínimas: segundo a lei moçambicana, matar animais selvagem e tráfico ilegal de chifres de rinocerontes e presas de elefantes são considerados delitos leves.
"O sistema legal de Moçambique está longe de ser adequado, e uma pessoa que é considerada culpada só recebe uma punição leve e é obrigada a devolver o chifre", reclama Michael H. Knight, coordenador do Grupo especializado em rinocerontes africanos da Comissão de Sobrevivência da União Internacional para a Conservação das Espécies.
Debate sobre Extinção dos Rinocerontes
Uma reunião do grupo em fevereiro alertou para a possibilidade de haver um único rinoceronte branco em todo o Moçambique e nenhum rinoceronte negro, explicou Knight.
Já Abacar foi mais incisivo: "Já declaramos a extinção dos rinocerontes no Parque Limpopo".
Mas Bartolomeu Soto, diretor da unidade de conservação transfronteira de Moçambique, nega a extinção "Acredito que ainda temos rinocerontes, embora não saiba dizer quantos".
Segundo a mídia moçambicana, os últimos 15 rinocerontes de Limpopo foram mortos no mês passado, mas oficiais do parque negam esta informação. Soto diz que o engano veio da declaração de Abacar a jornalistas sobre não ter visto um rinoceronte nos três meses desde que começou a chefiar o parque.
O único número oficial para mortes de rinocerontes é o de 17 carcaças encontradas no parque em 2010, segundo Soto. Ele disse que a caça ilegal está acontecendo porque chifres e presas são frequentemente apreendidos nas fronteiras de Moçambique, embora parte do contrabando pode vir de animais mortos em países vizinhos, como a África do Sul. Esta semana um único traficante foi preso no aeroporto de Maputo com nove chifres.
O preço de chifres de rinocerontes supera o de metais preciosos como ouro e platina, por causa da demanda de países asiáticos, em especial China e Vietnã. Ele é considerado um poderoso remédio, apesar de ser feito de queratina, a mesma substância das unhas do ser humano. A medicina tradicional chinesa receita o chifre para uma gama de doenças que vai desde febres infantis e artrite a envenenamento e possessões demoníacas.
Knight explica que rinocerontes já foram dizimados em Moçambique no início do século passado, quando os animais também praticamente desapareceram da África do Sul, que hoje aloja 90% dos animais no continente africano.
Em 2002, os líderes de Moçambique, África do Sul e Zimbabwe concordaram em criar um parque transnacional em suas regiões fronteiriças, combinando 35 mil quilômetros quadrados de reservas estabelecidas como Parque Nacional Kruger, da África do Sul e o Gonarezhou, do Zimbabwe. O financiamento veio de várias organizações internacionais e da União Europeia.
Cerca de cinco mil animais foram transferidos da África do Sul para Moçambique, inclusive a primeira dúzia de rinocerontes em solo moçambicano em um século.
Mas em 2006, a África do Sul removeu 50 quilômetros de cercas entre o Kruger e o Limpopo, e a ideia era incluir mais dois outros parques moçambicanos, fazendo com que a reserva transnacional chegasse a mais de 100 mil quilômetros quadrados.
Estes planos estão ameaçados, bem como o parque Limpopo. Segundo Knight, há renegociações para reconstruir a cerca entre o parque e a África do Sul, porque os sul-africanos alegam ter perdido 273 rinocerontes somente este ano para a caça ilegal, e a maior parte foi morta por caçadores moçambicanos. Em 2012, caçadores ilegais mataram 668 rinocerontes .
A matança continua, com o número de animais mortos em ascensão, mesmo com a África do Sul apertando o cerco aos caçadores ilegais, usando soldados e forças policiais em todo o Kruger, um parque do tamanho de Israel.
Soto afirmou que o governo moçambicano está trabalhando desde 2009 em uma reforma das leis ambientais, que deve chegar ao parlamento em breve. Ela incluirá a criminalização da morte de animais selvagens e impor penas mais duras aos criminosos.
Mas até lá já será tarde demais para os rinocerontes de Moçambique.
Fonte : Ultimo Segundo IG 03/05/2013
Enquanto isso...
No Brasil calcula-se que cerca de 38 milhões de animais silvestres são retirados todo ano da natureza brasileira, principalmente aves. Apenas 4 milhões são vendidos, principalmente na Região Sudeste, onde se concentra a demanda por animais traficados. O restante acaba em gaiolas, é solto ou morre vítima do tráfico ou maus tratos. Aprisionar ou vender animais silvestres é uma prática ilegal, mas comum em todo o Brasil.
O comércio ilegal de vida silvestre é estimulado pela procura de zoológicos e colecionadores, petshops e indústrias e também para pesquisa e biopirataria. As redes de escoamento de animais silvestres adotam métodos semelhantes aos usados por traficantes de drogas, armas e pedras preciosas para falsificar documentos, subornar, sonegar impostos e definir rotas de transporte nacional e internacional.
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| Não contribua com o tráfico de animais silvestres, Denuncie: http://www.renctas.org.br/pt/informese/denuncie.asp |
25 de março de 2013
Conheça 8 fascinantes lagos cor-de-rosa do mundo
No entanto devido a alta concentração de sal presente na água, que é prejudicial à pele, é recomendado passar manteiga de karité em todo o corpo antes de se aventurar nesses lagos.
Confira abaixo a lista de 8 lagos com essa característica impressionante:
1. Lago Hillier, Austrália
2. Lago Retba, Senegal
3. Salina de Torrevieja, Espanha
4. Hutt Lagoon , Austrália
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| Tanques de cultivo de Dunaliella salina |
5. Dusty Rose Lake, Canadá
6. Pink Lake, Austrália
7. Masazirgol, Azerbaijão
8. Quairading Pink Lake, Austrália
Foto adicional: Campo de Lagos Rosa , Austrália
Por Luciana Cantanhede em Dose de Sustentabilidade





















































