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O Blog compartilha informações ambientais e sócio-políticas, dicas de decoração sustentável e divulgação de projetos e eventos relacionados ao meio ambiente. Qualquer dúvida, sugestão ou parceria entre em contato!

Lixões no Oceano

Há pelo menos 5 ilhas de lixo no oceano e uma delas tem tamanho equivalente aos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo juntos! Clique e saiba mais.

Veja a lista de 8 incríveis lagos rosas do planeta

Os lagos rosas têm se popularizado entre turistas e fotógrafos do mundo. Sua cor impressionante ocorre graças a presença de microalgas como a Dunaliella salina que vive em locais com altos níveis de concentração de sal.

O tabagismo e os danos ele que causa à saúde e ao meio ambiente

A fumaça e as bitucas jogadas no chão podem causar danos ao meio ambiente, como a contaminação da água, que pode ocorrer caso a nicotina e as substâncias presentes no alcatrão atinjam lençóis freáticos, rios e lagos

Faça um comedouro para passáros com materiais simples

Clique e veja mais dicas de reaproveitamento.

A importância dos alimentos orgânicos

Produto orgânico é o resultado de um sistema de produção agrícola que não utiliza agrotóxicos, aditivos químicos ou modificações moleculares em sementes. Nutricionista explica qual a sua importância no nosso dia-a-dia.

25 de julho de 2014

26 de Julho - Dia Mundial dos Manguezais


Os manguezais são considerados como floresta a beira do mar, onde águas de rios desaguam no mar e o regime de marés determina ausência ou presença destes.
"O manguezal é fruto do namoro entre o rio e o mar. Quando o rio vem beijar o mar, nasce o manguezal"
Os manguezais são ambientes estuarinos especiais, caracterizados por apresentarem densa vegetação de halófitas (plantas que vivem em condições salinas). A densidade das espécies de mangues (Avicenia schaueriana, A. germinans, Laguncularia racemosa, Rhizophora mangle) e as condições naturais dos estuários dão aos manguezais uma condição única de uma eficiente "armadilha de nutrientes"; aí, a decomposição da matéria orgânica é feita por bactérias anaeróbicas que, desprendendo grande quantidade de ácido sulfúrico (H2S), conferem odor característico a estes ambientes.

A maioria dos nutrientes dissolvidos permanece presa neste estuário (em função de um maior tempo de residência), em vez de ser carregada para o mar, criando condições para que funcione como um "berçário" para espécies que têm valor comercial, como os camarões, lagostins, moluscos e peixes.

Infelizmente hoje grande parte da população vê este ecossistema como um lugar fétido, sujo, insalubre e sem utilidade agrícola. Tal posicionamento resulta em desmatamento, aterramento e drenagem dos manguezais, com a morte de milhares de espécimes.

Principais desafios:

Ocupação humana
A ocupação imobiliária deste ecossistema ocorre de duas formas. Geralmente classes financeiramente estáveis desmatam, aterram e ocupam este ambiente pela boa localização, afinal manguezais ficam de frente para uma área marítima tranqüila, com visão paradisíaca e sem vizinhança. Por outro lado, as classes miseráveis, por reflexo dos problemas sociais, vão para este local por falta de opção de moradia e constroem casebres sem infra-estrutura, sofrendo com as intempéries da região.
Contudo, não é só a ocupação do manguezal em si que resulta em muitos problemas, a intensa utilização das regiões próximas geralmente é acompanhado de aumento no despejo de resíduos, o que leva a um grande desequilíbrio neste ecossistema. Historicamente, o descarte de resíduos (esgoto e lixo) é feito em rios e mares. Tal posicionamento atinge diretamente este ecótono (ambiente de transição). Muitas cidades brasileiras construíram ou ainda constroem lixões e aterros sanitários em manguezais, acreditando que o forte odor liberado pode ser justificado pelo ecossistema e não pelo mau condicionamento dos resíduos.
Foto: http://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2004-2/palafitas/favela.htm
Favela da Maré, Parque Roquete Pinto: Surgiu através de uma série de aterros realizados pelos próprios moradores, a partir de 1955, às custas do manguezal. O processo de urbanização sumiu aos poucos com as palafitas e deu lugar a domicílios de alvenaria.
Matéria em que se mostra os desafios do manguezal em Guaratuba e a construção de um iate club e marina com licenciamento ambiental e autorização da prefeitura.

Em Cubatão já foram detectadas no passado 320 fontes poluidoras do ar, da água e do solo. Lançavam-se 64 toneladas de poluentes por dia nas águas do mangue, incluindo 4.000 quilos de metais de difícil dissipação na natureza, como mercúrio, cromo e zinco. O despejo é hoje 5% do que era. Devido aos gases e aos despejos da indústria química ali instalada, a região era considerada nos anos 80 um dos lugares mais poluídos do mundo. Mas o mangue que o homem poluiu e arrasou com as dragagens renasceu nesses últimos 10 anos (em que houve diminuição significativa da poluição) transformado num grande viveiro para mais de oitenta espécies de aves aquáticas, algumas delas vindas do Hemisfério Norte.  Fonte: Veja Dez/2000 , Os Guarás Vermelhos viraram principal atrativo turístico, leia mais em Virtude.
Carnicicultura e pesca de arrasto
A carcinicultura arrasou o litoral africano e vem destruindo a costa da América do Sul. No Brasil, a atividade está proibida em manguezais sem ter licenciamento, pois além do desmatamento a atividade utiliza muitos biocidas para evitar a invasão de algas e moluscos nas “gaiolas” dos camarões. Já a pesca predatória, como a de arrasto, além de acabar a fauna marinha capturada, que não é aproveitada pelos pescadores, revolve o solo e destrói a fonte de recursos dos pescadores artesanais.

Atividades portuárias e industriais
As atividades mais destrutivas aos manguezais brasileiros são as industriais e portuárias. Indústrias frequentemente se localizam perto de rios e manguezais para descartar os resíduos produzidos (principalmente tinturas e metais pesados). Tal descarte deveria ser tratado e controlado, porém não é o que acontece. Já os portos necessitam de águas calmas para o atracamento dos navios, estes locais geralmente são baías, onde há manguezais. Os impactos causados pela presença de portos incluem a contaminação da água e dos animais (por resíduos, água do lastro e outros), a possibilidade de doenças trazidas de outros locais e o estresse por ruídos e poluição do ar.

Matéria falando sobre os mangues do litoral norte em Ubatuba, São Sebastião e Ilhabela. Pessoalmente fiquei muito triste ao conhecer os mangues de São Sebastião pelo abandono e quantidade de lixo, e de Ilhabela por estar desaparecendo cada vez mais, para dar lugar a praias, marinas etc. É possível observar um pedaço de ambos ao atravessar o canal de São Sebastião de balsa, pela entrada de pedestres.

24 de julho de 2014

Chinelos velhos viram brinquedos na África e já tiraram mais de 400 toneladas de lixo do Oceano

Desde que a conservadora marinha Julie Church criou a ONG Ocean Sole, todo lixo retirado das praias - principalmente chinelos de borracha - é transformado em brinquedos, bijuterias e objetos de decoração

Faz tempo que nossos oceanos foram transformados em depósitos de lixo. Plásticos, papéis, borrachas e outros materiais são jogados nos rios, lagos e mares e afetam os ecossistemas, contaminando a qualidade da água que consumimos e matando os animais, só para citar alguns problemas.

Tem gente que pensa que tudo isso está muito longe de afetar a sua vida, mas não está não! Pensando nisso e inconformada com a quantidade de lixo encontrada nas praias do Quênia, país onde nasceu, a conservadora marinha, Julie Church, incentivou um grupo de mulheres que vivem na região costeira a produzir coloridos brinquedos para a criançada a partir de chinelos descartados e esquecidos pelos banhistas.

O tempo passou, a equipe cresceu - vários homens também se juntaram ao grupo - e além dos brinquedos, começaram a fazer esculturas gigantes, bijuterias e objetos de decoração e a vendê-los no mundo inteiro com a marca da ONG Ocean Sole. Com isso, os moradores locais ganharam uma boa fonte de renda e tiraram das praias cerca de 400 mil quilos de borracha por ano. Já imaginou? Por causa da iniciativa da Julie, a vida da população local mudou para melhor. Isso prova que qualquer pessoa pode fazer a diferença onde quer que esteja.

Maureen Atineo, que faz parte do projeto que reúne cerca de 100 pessoas, disse que, antes, ela e a família passavam fome. É o caso de Eric Mwandola, que também viu sua vida mudar radicalmente depois que começou a reciclar os chinelos, há seis anos. Eric conta que não conseguia comprar sapatos para ir trabalhar "hoje não falta comida, nem roupa e as crianças ainda vão à escola".

Tem mais um detalhe bacana: por conta do treinamento que recebem, todos os participantes da Ocean Sole se tornaram mais conscientes com relação ao meio ambiente. Os organizadores da ONG acreditam que, ao aprender sobre a importância da biodiversidade marinha e da reciclagem, as pessoas envolvidas se tornam mais responsáveis por suas vidas e pelo ambiente em que vivem.

Jackson Mbatha, artista que também recicla os chinelos, diz que a educação é a coisa mais importante que a ONG promove: "Meu segundo filho está aprendendo a trabalhar com esse material e parece bastante interessado em ajudar o meio ambiente, assim como eu".








Fonte: Meu planetinha e Razões para Acreditar

7 de julho de 2014

Projeto reaproveita celulares velhos doados e ajuda na luta contra desmatamento


Para aproveitar smartphones antigos, a organização americana Rainforest Connection usa os dispositivos que recebe por doação como sensores acústicos para detectar derrubada de árvores em florestas tropicais.

Em entrevista por e-mail à Folha, o fundador da ONG, Topher White, disse que trará a iniciativa à Amazônia brasileira ainda neste ano –até agora, o projeto está só na ilha de Sumatra (Indonésia).

A Rainforest Connection "turbina" os celulares com recarga solar e proteção contra impactos e umidade. Por meio de um aplicativo, se o microfone detecta especificamente som de motosserras, o celular envia um SMS à guarda florestal, que pode intervir.

O grupo está angariando verba para a expansão para o Brasil e para a bacia do rio Congo, na África (veja como doar dinheiro ou um celular em bit.ly/florestatropical).


"Poderíamos encomendar equipamento específico, mas a verdade é que celulares são extremamente eficientes e capazes, e podemos obtê-los de graça", diz White. "Simultaneamente, reduzimos o descarte de eletrônicos. Se os telefones não estiverem quebrados (ou mesmo se estiverem) e puderem servir para algo, não há razão para jogá-los fora."


Outras funcionalidades e reutilizações para os Smartphones

Além de doar ou vender, há diversas outras aplicações para um celular antigo total ou parcialmente em funcionamento, como torná-lo uma câmera de segurança ou rastrear por GPS um membro da família, por exemplo.

Outro projeto que se vale de celulares doados é o Medic Mobile, que usa mensagens de texto para auxiliar profissionais de saúde ou líderes comunitários de áreas pobres para situações de emergência.
O Brasil não está na lista dos 21 países (e 2 milhões de pacientes) atendidos, mas será um dos próximos a receber apoio do Medic Mobile, que usa para distribuir as mensagens o software de código aberto FrontlineSMS.
"Sabemos que há populações isoladas no país e que essas pessoas quase não têm acesso ao sistema de saúde", diz Amanda Yembrick, gerente da ONG para a América Latina. "Estamos identificando parceiros para lançarmos nossos programas aí, em especial o de saúde materna."
A ONG aceita até doação de celulares quebrados (hopephones.org).

Lixo eletrônico

"Ter carro do ano" é uma expressão que pode muito bem ser substituída, nos dias atuais, por "ter o último iPhone". Segundo pesquisa do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), 81% dos brasileiros trocam de celular em menos de três anos, gerando um sem-número de aparelhos funcionais e abandonados.

Segundo um analista da consultoria especializada em tecnologia IDC, contudo, a taxa indicada pelo estudo é conservadora. "Seguimos a média dos EUA, com donos de smartphone trocando de aparelho entre 18 meses e 20 meses", diz Reinaldo Sakis, gerente da área de produtos de consumo na empresa.

Celulares convencionais ficam obsoletos ainda mais rapidamente. "No 13º mês de um aparelho simples, ele já é extremamente velho, e o consumidor é forçado a trocar."

6 de julho de 2014

O Café e o Jacu: Como essa ave passou de vilã dos produtores à responsável pela valorização do produto

O Jacu (Penelope sp.) é o principal responsável pela produção do Jacu bird coffee (café do jacu), considerado um dos melhores cafés do Brasil. A ave, semelhante à galinha, era um problema para a Fazenda Camocim, localizada na região da Pedra Azul (Espírito Santo), próxima a uma mancha de Mata Atlântica. Os jacus, invadiam a plantação para se alimentar dos melhores frutos do cafezal. O transtorno era tão grande que os proprietários pediram autorização do governo para controlar a população dos animais.
Jacu (Penelope sp) – Foto de Eurico Zimbres/ Wikimedia Commons
Foi então que os fazendeiros ouviram a história do Kopi luwak, o café mais caro do mundo, produzido na Indonésia a partir dos grãos colhidos das fezes da civeta (Paradoxurus hermaphroditus), uma espécie de carnívoro do tamanho de um gato.
Civeta (Paradoxurus hermaphroditus) – Foto de Tigrou Meow/ Wikimedia Commons
O segredo está na “etapa especial” de fermentação das sementes, que acontece dentro do sistema digestivo do animal. Esse processo transforma as propriedades do café e lhe confere um sabor único. Mas a coleta das sementes é complicada: é preciso pegar as fezes do bichinho e lavar os grãos antes de torrá-los.
As fezes do jacu
A partir daí surgiu a ideia de fabricar o Jacu bird coffee, que se tornou reconhecido internacionalmente. A produção é direcionada para a exportação, porém o café do jacu pode ser encontrado em algumas lojas do Brasil.

Os amantes do café podem experimentar essa excentricidade em Santos, no Museu do Café. Se gostar da iguaria, prepare o seu bolso: 250 gramas de jacu bird coffee podem custar mais de R$ 100!
Fonte: National Geographic Brasil

Infelizmente na Indonésia a obtenção do café Kopi luwak (o mais caro do mundo) não tem sido tão selvagem como dizem. Algumas casas de café da Indonésia mantêm os Civeta confinados em pequenas gaiolas se alimentando exclusivamente do fruto do café e água. Suas fezes são coletadas diariamente para produção do pó do café.
Esperamos que não ocorra nada parecido com nossos Jacus.
“Nós levamos um ano e meio para dominar a técnica de fazer bebida boa a partir de cocô de passarinho”, comenta Henrique Sloper, dono da fazenda Camocim e detentor da patente do café. Segundo ele, foram interceptadas em Minas tentativas de produtores de copiar a técnica desenvolvida na fazenda, mas de forma errada, com os jacus presos em cativeiro. “Ficamos sabendo que alguns produtores estavam tentando prender o jacu e ensiná-lo a comer café. Mas não foi assim que aconteceu na nossa fazenda, onde o processo nasceu naturalmente”

28 de junho de 2014

Táxis promovem projeto de incentivo a leitura em 3 países na América Latina e 25 cidades brasileiras

Lançado em 2011 em São Paulo, o projeto Bibliotáxi oferece hoje livros aos passageiros de táxis em 25 cidades brasileiras.

“A ideia é colocar os livros na frente das pessoas, promovendo o acesso à cultura e ao entretenimento. E nada melhor do que o táxi e o próprio taxista, que é bom de papo, para promover este encontro”, diz o mineiro Tallis Gomes, 27 anos, co-CEO e fundador da Easy Taxi, pioneira no serviço móvel de chamada de táxi na América Latina.

Neste ano, a novidade é uma parceria com a livraria Saraiva, que doou 80.000 títulos para o projeto, entre clássicos da literatura, lançamentos e grandes best-sellers. Eles estão disponíveis em cerca de 50.000 carros em todo o país.

Há menos de seis meses, o Bibliotaxi chegou a outros três países da América Latina: Chile, Peru e Colômbia.

Em Bogotá, capital colombiana, a aposta é a versão digital do Bibliotaxi. Desde 24 de abril, motoristas da Easy Taxi circulam com kits do projeto – além de 3.500 livros de papel, há 100.000 títulos digitais disponíveis que os passageiros podem obter através de um aplicativo.

Desde 24 de abril, passageiros de táxi de Bogotá, capital da Colômbia, têm à disposição 3.500 livros de papel e 100.000 livros digitais através do projeto Bibliotaxi. Foto: Easy Taxi
“Nosso objetivo é criar uma imensa biblioteca colaborativa, juntando cultura e mobilidade”, diz Gomes.

Quando a corrida termina, o passageiro pode levar o livro para casa e devolver numa outra viagem de táxi. Se quiser participar doando livros, basta entregar a um taxista do projeto.

“Demos este pontapé [doação de 80.000 títulos], mas qualquer livro pode ser doado. Não há restrição de gênero”, diz Jorge Saraiva Neto, presidente do Grupo Saraiva.

A iniciativa começou de forma espontânea na Vila Madalena, em São Paulo, com o taxista Antônio Miranda emprestando livros aos seus passageiros habituais do bairro. O projeto começou a se expandir com o apoio do site Catraca Livre e do Instituto Mobilidade Verde.

Em 2012, o jornalista e ativista cultural Gilberto Dimenstein, do Catraca Livre, apresentou o projeto ao Easy Taxi. E assim a iniciativa local virou nacional, com um acervo inicial de 8.000 livros e o slogan “Uma mão na direção, outra na educação”.

Mas Gomes diz que já não tem ideia do tamanho do acervo, devido ao grande número de doações de passageiros e dos próprios taxistas.

“O passageiro não precisa fazer nenhum registro para pegar livros emprestados. Não temos como contabilizar”, diz Gomes, que também não se preocupa com extravios.

Para Lincoln Paiva, da ONG Instituto Mobilidade Verde, todas as cooperativas de táxis deveriam aderir ao projeto.

“A iniciativa é bacana e totalmente livre. Qualquer taxista ou empresa pode participar”, diz Paiva, que toca vários projetos de mobilidade urbana em São Paulo.

O taxista Elissandro Alves, de Natal (RN) diz que o projeto faz sucesso com turistas.

“Como Natal recebe muitos turistas de outros estados, muitos pegam livros comigo para ler durante as férias e devolvem a outro taxista no final da estadia”, diz Alves.

As cidades em que o Bibliotaxi está disponível são: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Niterói, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São José dos Campos, São Luís, São Paulo e Vitória.

Fonte: InfosurHoy Por Daniela Oliveira 09/05/2014

De Treinamento de catadores à apoio esportivo para jovens, conheça as ações socioambientais realizadas pela Coca-Cola na Copa do Mundo FIFA14

Presente nas Copas do Mundo da FIFA™ desde 1950 com anúncios nos estádios do evento, a The Coca-Cola Company veio tornar-se parceira oficial da FIFA em 1974, realizando ações diversas nos países que hospedam a maior competição internacional de futebol.

A edição de 2014 no Brasil começou, para a Coca-Cola, em 2012. Dois anos antes do Mundial, a empresa apresentou aos brasileiros o Mascote Oficial da Copa e a partir de então, dedicou-se a desenvolver e implantar trabalhos em torno dos três legados que a companhia pretende deixar para o país: Comunidades, Reciclagem e Vida Ativa.
Esse último legado, que incentiva e dissemina a importância da prática esportiva, teve como carro-chefe a Copa Coca-Cola, que aconteceu no ano anterior à Copa do Brasil e cujos vencedores foram treinados para exercerem a função de gandulas. Os 445 meninos e meninas com idades entre 13 e 17 anos foram aprovados para atuarem nas 64 partidas do evento. Além disso, Vida Ativa será representado em campo por doze jovens que foram escolhidos para carregarem as bandeiras dos países cujas seleções se enfrentarão na final da Copa do Mundo, por terem histórias de vida ligadas à prática esportiva. Também no último jogo do Mundial estarão outros 29 carregadores de bandeira que foram escolhidos para simbolizar as comunidades e a reciclagem.
Vencedores da Copa Coca-Cola foram treinados para exercer função de gandula.
Doze jovens que foram escolhidos para carregarem as bandeiras dos países cujas seleções se enfrentarão na final da Copa do Mundo, por terem histórias de vida ligadas à prática esportiva.
Ainda de responsabilidade da Coca-Cola durante toda a competição, o gerenciamento dos resíduos sólidos nos estádios onde acontecem os jogos contará com uma equipe de 840 catadores de lixo que estiveram nos Treinamentos de Capacitação para Coleta Seletiva da Copa do Mundo da FIFA™, realizado pela empresa.
Por meio dessas e outras ações a Coca-Cola Brasil está fazendo dessa Copa, a Copa de Todo Mundo!

TREINAMENTO PARA GESTÃO DE RESÍDUOS NOS ESTÁDIOS DA COPA DO MUNDO DA FIFA™

A Coca­Cola Brasil, em parceria com a FIFA, será a responsável pela ação de gerenciamento de resíduos sólidos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™. A ação, que teve como teste a Copa das Confederações da FIFA 2013, quando 70 toneladas de material foram destinadas à indústria de transformação, será realizada nas 12 cidades­sede do megaevento. Para garantir a excelência do projeto, a empresa irá treinar toda a equipe de catadores que trabalhará durante os jogos, realizando o Treinamento para Gestão de Resíduos nos Estádios da Copa do Mundo da FIFA™.



Durante a Copa do Mundo todo o lixo sólido produzido nos estádios será coletado e encaminhado à reciclagem nas cooperativas apoiadas pela Coca­Cola Brasil participantes do projeto Coletivo Reciclagem, que oferece suporte para a gestão e capacitação em 300 cooperativas em 22 estados.
A estimativa é que sejam produzidas cinco toneladas de resíduos passíveis de reciclagem a cada partida da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™.

O curso teve uma carga horária de 4h e nas aulas os catadores aprenderam como manusear os equipamentos que serão utilizados durante o Mundial. Eles foram treinados também sobre a dinâmica de trabalho dentro do estádio, além de terem recebido informações sobre segurança e questões comportamentais.

“Avaliamos a experiência realizada na Copa das Confederações de forma bastante positiva e, em parceria com a FIFA, resolvemos levar a ação para as 12 cidades ­sede. A participação dos catadores foi fundamental para o resultado. Pensando na Copa do Mundo, decidimos ir além e contribuir também para o crescimento profissional e pessoal desse grupo. Por isso, criamos o Treinamento para Gestão de Resíduos nos Estádios da Copa do Mundo da FIFA™”, explica Victor Bicca, Diretor de Assuntos Governamentais, Comunicação e Sustentabilidade da Coca­Cola Brasil para a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™.

A iniciativa da Coca­Cola Brasil tem o objetivo de estimular a expansão da coleta seletiva de lixo urbano nas 12 cidades ­sede da Copa do Mundo FIFA Brasil 2014™. A reciclagem de resíduos está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída em 2010, que cria normas para a coleta, o destino final e o tratamento de lixo urbano e industrial, entre outros.

Cidades Sedes: Belo Horizonte-MG, Brasília-DF, Cuiabá-MT,  Curitiba-PR,  Fortaleza-CE, Manaus-AM, Natal-RN, Porto Alegre-RS, Recife-PE, Rio de Janeiro-RJ,  Salvador-BA,  São Paulo-SP.

25 de junho de 2014

Dyi Comedouros para pássaros, confira o passo-a-passo



Você vai precisar de:

  • Furadeira
  • Pedaço de madeira 
  • 1 prato com bowl ou pires com xícara
  • 1 parafuso grande
  • 3 porcas
  • 3 arruelas 
  • Cola
* O prato e bowl utilizados são de material Melamina (um tipo de plástico)

O pedaço de madeira no fundo é para proteger na hora de furar
E se descascar um pouquinho, não tem problema, pois vai ficar coberto na hora do acabamento
Ela passou cola em volta das arruelas



Imagens e criação do Blog Erin's Creative, achei no Jardim da Lucinha

Confira mais imagens com dicas de comedouros utilizando xícaras e pratos:


Confira mais fotos e dicas no álbum do Facebook https://www.facebook.com/media/set/?set=a.682140301833196.1073741830.418015008245728&type=1

16 de junho de 2014

Jovem de 19 anos cria tecnologia para limpar oceanos e tem aprovação de especialistas

Um ano após anunciar a criação de um sistema que promete limpar o lixo dos oceanos, o jovem holandês Boyan Slat apresenta os primeiros resultados alcançados pela tecnologia. O Ocean Cleanup é uma espécie de barreira, que aproveita as correntes oceânicas para bloquear os resíduos encontrados no mar. De acordo com os especialistas que acompanharam os testes, a tecnologia é totalmente viável e eficiente.

Para que as análises fossem feitas, um conceito do Ocean Cleanup foi desenvolvido e colocado para funcionar. No teste que mede a captura e concentração, a barreira foi capaz de coletar plásticos em até três metros de profundidade, distância em que normalmente esses resíduos são encontrados. Além disso, o sistema recolheu pouca quantidade de zooplâncton, o que segundo os cientistas, facilita o reaproveitamento e a reciclagem do plástico.

Quando foi divulgado, o projeto recebeu diversas críticas. Isso foi um dos fatores que motivou Slat e sua equipe a contarem com a ajuda de cem especialistas dispostos a analisarem a tecnologia. Os pesquisadores aprovaram e as análises resultaram em um texto com 530 páginas.

Com o embasamento científico, o próximo passo do jovem holandês, de apenas 19 anos, é testar o sistema em grande escala e começar a produção. Para isso, ele está em busca de financiamento coletivo. O alvo é conseguir dois milhões de dólares. A 90 dias do fim da campanha, o projeto já tem 16% da meta atingida.

A tecnologia pode ser de grande valia na luta contra o lixo dos oceanos. De acordo com a divulgação, ele seria capaz de remover mais de sete milhões de toneladas de plástico dos oceanos em apenas dez anos.



Fonte: Ciclo Vivo

Sorteio de um curso de Educação Ambiental, Participe

O Instituto Monitor em parceria com o blog Dose de Sustentabilidade estão sorteando um curso de Educação Ambiental Online, uma ótima oportunidade para quem deseja atuar como educador ambiental e desenvolver projetos e metodologias relacionadas com ações sustentáveis.

O Instituto Monitor é uma instituição de educação a distância pioneira no Brasil, são 10 cursos técnicos e mais de 60 cursos de aperfeiçoamento profissional, nas modalidades a distância (on-line e impresso) e presenciais. Conta com 03 unidades: São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, além de polos de atendimento em todo o estado de São Paulo.
O Instituto Monitor oferece qualidade e a oportunidade de uma formação profissional para uma melhor inclusão no mercado de trabalho.
Estão desenvolvemos 4 novos cursos de gestão ambiental:


Selecionei o curso de Educação Ambiental para sortear entre os leitores do blog, para participar é necessário fazer o acesso ao aplicativo da promoção pelo Facebook.

O conteúdo programático inclui:
· Educação Ambiental: conceitos básicos de sustentabilidade e meio ambiente
· Meio Ambiente: natural, artificial, cultural e do trabalho
· Objetivos da Educação Ambiental
· Características da Educação Ambiental
· Princípios da Educação Ambiental
· Espaços da Educação Ambiental: formal e informal
· Legislação aplicada à Educação Ambiental
· Projetos de Educação Ambiental
· A problemática ambiental, suas causas e possíveis soluções
· Metodologia de projetos
· Planejamento participativo
· Avaliação de projetos de Educação Ambiental
· Ferramentas para aplicabilidade da Educação Ambiental no cotidiano, para implantação da coleta seletiva no ambiente escolar e em empresas
Carga horária de 40 horas


Para participar é necessário se inscrever no aplicativo Sorteie.me localizado na aba superior da fanpage no Facebook ou clicar https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/356234 e seguir o regulamento.
Boa Sorte!

11 de junho de 2014

Primeira usina de reciclagem mecanizada da América Latina é inaugurada em São Paulo

Foi inaugurado no dia 05/06/2013 a primeira central mecanizada de triagem de resíduos recicláveis da América Latina, localizada na Ponte Pequena, na região do Bom Retiro em São Paulo. O equipamento tem capacidade de processar 250 toneladas por dia e contribui para dobrar a quantidade de resíduos reciclados na cidade.

O processo de triagem mecanizada emprega 50 catadores e gera receita líquida mensal de R$ 1,6 milhão, que será revertida para o Fundo Municipal de Coleta Seletiva, Logística Reversa e Inclusão de Catadores. Estes recursos permitirão parcerias com novas cooperativas e financiará a remuneração dos serviços dos catadores em toda a cidade.

“Muita gente fala dos modelos internacionais, mas agora temos o melhor da tecnologia em São Paulo com uma novidade: a participação dos catadores. Não é só uma meta de reciclagem, é a exigência do aumento de qualidade de vida, o respeito a todos os estratos sociais, e agora todos vão poder reciclar”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Segundo Luiza Maria Honorato, do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), existem em São Paulo cerca de 20 mil catadores de material reciclável. “Nós estamos no caminho correto. Os catadores descobriram que o lixo é sustentabilidade e dá renda para quem precisa. A sociedade precisa saber que a receita da inclusão social é darmos as mãos em torno daquilo que nós chamamos de lixo”, disse Luiza.


Meio Ambiente
A nova central foi inaugurada no Dia Mundial do Meio Ambiente. Integra a meta de aumento do percentual de coleta seletiva em São Paulo dos atuais 2% para 10% - seguindo as normas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)- até 2016. Segundo a concessionária Loga, o novo método separação dos resíduos permitirá um plano de expansão do atendimento com coleta seletiva para a totalidade dos 1,5 milhão domicílios localizados na área de atuação da empresa, nas zonas norte, oeste e central da cidade.

Durante a inauguração, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência da República) falou sobre o pioneirismo da iniciativa da cidade de São Paulo. “Hoje é um dia marcante na história do nosso país. Nós estamos juntando aqui aquilo que é essencial no mundo hoje: o cuidado com o meio ambiente, o cuidado com o ser humano e a melhor tecnologia possível”, afirmou Carvalho.

Para a instalação da central foram investidos R$ 26 milhões, sendo R$ 15 milhões em equipamentos. Não há custo para a Prefeitura, pois a empresa concessionária Loga é a responsável pelo empreendimento, como parte de obrigações contratuais.

Separação dos resíduos
Os equipamentos instalados em São Paulo são inéditos na América Latina e foram importados da França, da Espanha e da Alemanha. Estão instalados em um espaço de 3 mil m². Após a chegada dos resíduos nos caminhões, eles passam por uma pré-seleção manual, que separa o vidro e materiais de grande volume. Em seguida, são encaminhados para um equipamento chamado Trommel, que faz a separação por tamanho por meio de um mecanismo semelhante a uma peneira. Todo o trajeto dos materiais ocorre por esteiras automatizadas e os sacos são abertos por uma máquina.

A próxima etapa é a passagem dos resíduos por um equipamento chamado balístico, que identifica resíduos bidimensionais, como folhas de papel ou pedaços de papelão, dos tridimensionais, como latas e garrafas. Os materiais metálicos são também separados automaticamente por meio de magnetismo e por indução elétrica. Por fim, leitores óticos separam os plásticos por tipo e cor. Ao todo, como produto final são separados nove tipos diferentes de material, em blocos compactados.

Roberto Pereira Reis, 50 anos, é um dos cooperados que irá trabalhar na central e está em treinamento para operar os novos equipamentos. “Para quem olha de primeira vista parece complicado porque é novidade e precisa de conhecimento. Mas é mais rentável, é um trabalho muito menos desgastante e a remuneração é mais justa”, explica Roberto. “O ambiente tem mais limpeza, tem mais qualidade e volume do produto, o que permite barganhar na hora de vender o material”, conta o cooperado, que trabalha com reciclagem há 6 anos.

Fonte: Site da Prefeitura de São Paulo e E-cycle

10 de junho de 2014

“PLANTE UMA ÁRVORE” NA SERRA DO GANDARELA – COM BLOG DOSE DE SUSTENTABILIDADE

O blog apoia e parabeniza a campanha "Plante uma árvore" que está fazendo o reflorestamento de espécies nativas da Mata Atlântica chamando atenção para essa região em que está em processo a criação do Parque Nacional do Garandela, mas encontra-se ameaçado principalmente pela mineração pois está sobre uma imensa jazida de ferro.

“Plante uma árvore” existe desde o final de 2012 e recentemente teve o seu terceiro plantio, que foi realizado em Janeiro de 2013, nesse plantio 242 mudas foram semeadas: Candeia, Ipê Branco, Ipê Crioulo, Ipê Amarelo, Mogno, Jacarandá, Sucupira, Aroeira, Peroba, Jequitiba, Araça, entre outras.

Por Paula FerreiraColetivo Cirandar
Veja as fotos: http://www.facebook.com/ikebana.flores.5/media_set?set=a.548227181919884&type=1. Realizada pela Ikebana Flores e divulgada pelo Coletivo Cirandar, a campanha continuará por tempo indeterminado e a previsão do próximo plantio é para o primeiro bimestre de 2014.
Compartilhando os links sobre a Campanha, a discussão sobre a importância da preservação da Serra do Gandarela é estimulada na internet e, ao mesmo tempo mudas serão semeadas na Serra do Gandarela. A cada post publicado em site ou blog uma muda é plantada. 
É importante divulgar e entender a relevância da Serra do Gandarela. A sua diversidade natural é indiscutível, considerada por pesquisadores a maior área em geodiversidade, fauna e flora do Quadrilátero Ferrívero, incluindo-se aí espécies endêmicas em extinção. Além de ainda ser a mais bem preservada de toda a região. São biomas de Mata Atlântica, vegetação rupestre e expansão de cangas ferruginosas. Localizada Minas Gerais, a 40 km de Belo Horizonte, Gandarela também é abrigo de um manancial de água potável com as Bacias do Rio das Velhas e São Francisco, que abastece com água de qualidade a Região Metropolitana da capital mineira, entre outros municípios. Por todos esses motivos, é importante que se proteja a Serra do Gandarela por Unidades de conservação, evitando queimadas, desmatamentos, e a exploração irregular do Minério de Ferro. Já foram mais de 150 apoiadores, um deles é o SOS MATA ATLÂNTICA que está disseminando um guest post* sobre a nossa campanha - http://www.sosma.org.br/blog/doacao-de-mudas-para-acao-de-reflorestamento-na-serra-do-gandarela-mg; outro apoiador é Bike Pedal e Cia - http://www.bikepedalecia.com.br/noticias-que-rolam-por-ai/semeadores-do-bem-ciclistas-ativistas-nas-trilhas-de-minas-gerais.  


Também estamos doando mudas do cerrado durante a campanha: ipê amarelo, ipê branco, sucupira, pata de vaca, tamarino e peroba. Basta vir a Ikebana Flores – Av. Getúlio Vargas, 1697, Savassi; de 2ª feira a 6ª feira, no horário de 10h00 às 19h00.  A floricultura on line vai divulgar através de vídeos e fotos as atividades do plantio. Participe, é bem simples e você ajuda o parque plantando a sua muda!

5 de junho de 2014

5 de Junho Dia Mundial do Meio Ambiente - Conheça 10 desafios principais que ele enfrente atualmente

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

Celebrado anualmente desde então no dia 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente cataliza a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.

Os principais objetivos das comemorações são:
1. Mostrar o lado humano das questões ambientais;
2. Capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável;
3. Promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais;
4. Advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem um futuro mais seguro e mais próspero.

Selecionei abaixo um artigo que cita os principais desafios que o planeta enfrenta na atualidade e adicionei a ele algumas fotos e notícias atuais, confira:

Artigo escrito por Renato Duarte Plantier do Cultura Mix

Desafios do Meio Ambiente: 10 Problemáticas Verdes

01: Degradação da Água

O meio ambiente possui diversos desafios pela frente no sentido de não ficar degradado por completo e culminar com o fim das próprias espécies humana. Estatísticas apontam que caso a degradação da água continue em níveis exorbitantes existem chances significativas de o consumo diminuir em trinta por cento por cada habitante em média global. Acontece que existe aumento considerável na taxa de crescimento populacional, ao passo que a disponibilidade dos recursos natural considerado potável diminui em níveis consideráveis. Mesmo com toda a tecnologia da atualidade os cientistas não conseguem desenvolver metodologia barata no sentido de tornar água salgada viável ao consumo.
Ocupação dos mananciais da Represa Billings, alguns locais ainda não possuem tratamento de esgoto que é despejado nas águas da represa.
Virgílio Farias(Foto) em entrevista afirma que se não fosse despejado esgoto in natura e bombeada a água do Rio Pinheiros para a Billings, com a melhora da sua qualidade seria possível abastecer São Paulo por um ano.
No Fórum de Sustentabilidade da Folha o pesquisador José Galizia Tundisi afirmou que "A preservação dos mananciais também é fundamental, não apenas para o abastecimento público, mas para a preservação da biodiversidade", cálculos mostrados por ele revelam que o tratamento da água de um manancial rodeado por mata - diferentemente do que ocorre na Guarapiranga, por exemplo - custa aproximadamente um décimo do que o de represas com o entorno degradado.
Sistema de Abastecimento Cantareira em São Paulo em crise, reservatório chegou a 8,4% o pior nível desde de sua criação em 1970.
Leia mais em "Havia um rio aqui"


02: Aumento do Nível dos Mares

Outro problema está relacionado com o aquecimento global que aumenta o derretimento das geleiras e proporciona crescimento no nível do mar. Com o crescimento alguns países correm riscos de sumirem, caso da Holanda de das Ilhas Maldivas. Os dois países promovem campanhas para que aconteça diminuição na emissão de carbono à atmosfera. O sultão das Maldivas já comprou novas terras no Oceania para implantar desenvolvimento em busca do refúgio.
O PNUMA(Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) escolheu como tema desse ano o aumento do nível dos mar nos 52 Pequenos Estados Insulares, causado pelas mudanças climáticas. Foi divulgado hoje (5 de Junho) Relatório de Previsão para os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento e mostra que a ocorrência de desastres naturais relacionados ao clima nessas países será cada vez maior e isto levará a impactos desproporcionais que afetarão setores como turismo, agricultura, pesca, energia, acesso à água potável e infraestrutura. No setor de turismo, por exemplo, que representa mais de 30% dos negócios internacionais dos países insulares, o aumento de 50 centímetros no nível do mar pode fazer com que algumas ilhas percam até 60% das suas praias.
Divulgação SOS Mata Atlantica

03: CO2

O envio de carbono para atmosfera está entre os principais problemas ambientais. A poluição na atmosfera não permite com que os gases quentes saiam no planeta, os mesmos voltam para o solo e causam danos degradantes, caso do aumento da temperatura, conhecido como efeito estufa.
A cada dia que passa as indústrias demonstram novas maneiras no sentido de produzirem sem prejudicar em níveis consideráveis o meio-ambiente. De certa forma as grandes nações estão mais exigentes no quesito legal, oferecendo multas milionárias às corporações que não se preocupam em enviar menos CO2 seguindo as especificações constitucionais. Por este motivo que multinacionais diminuem a produção nas nações natal no sentido de procurar países emergentes e produzir com menos restrição ambiental. O mundo ainda não encontrou solução para produzir mais em consequência do aumento populacional e ao mesmo tempo poluir menos.
Um exemplo de país utilizado pelas grandes nações tanto pela mão de obra barata (quase escrava) e sem preocupação ambiental é a China. Devido a poluição estima-se que morrem 500 mil pessoas por ano, além de afetar gravidez e causar má formação dos bebês, os custos com saúde são de 100 a 300 bilhões por ano. Em algumas cidades há neblina de fumaça constante que a  Província de Shandong decidiu fazer uma campanha de marketing incentivando o turismo exibindo amanhecer em telões  instalados na praça da Paz Celestial (Tiannamen). A estratégia de marketing foi tão eficiente que houve quem achasse que fosse o pôr do sol de verdade - porém, televisionado.


04: Excesso de Lixões

A acumulação de lixo junto com o aumento da população em níveis mundiais representa problemática considerável entre os principais desafios do meio-ambiente. Toneladas de resíduos ao invés de irem para o sistema de reciclagem são encaminhadas aos aterros sanitários. As zonas com a grande lixeira ficam desvalorizadas, principalmente no campo atmosférico. Em alguns aterros é comum observar a figura de crianças que vasculham a sujeira em busca de alimentos ou brinquedos.
Notícia interessante: (atualizada) A Petrobras investe, desde 2001, no programa de recuperação ambiental da Unidade de Negócios de Industrialização do Xisto (SIX), misturando pneus picados ao xisto betuminoso – minério que, ao ser aquecido, libera matéria orgânica em forma de óleo e gás. A tecnologia já permitiu a reciclagem de mais de 11 milhões de pneus usados gerando emprego para catadores e reduzindo a quantidade desse material para aterros e os focos de dengue. No entanto pesquisando na internet há uma notícia que desde julho/2013 a Petrobrás não recebe mais este material.
Foto: catador no lixão Jardim Gramacho no Rio de Janeiro, outrora o maior da América Latina e agora desativado (Christophe Simon/AFP/Getty Images)
Conforme a Politica Nacional de Resíduos Sólidos instituída em 2010, até agosto de 2014 não deveriam haver mais lixões no Brasil, no entanto várias cidades não foram capazes de cumprir a meta nos últimos quatro anos, entre elas há três capitais: Porto Velho, Belém e o Distrito Federal. Como os lixões não têm tratamento ambiental, a decomposição dos resíduos sólidos contamina o solo e, consequentemente, lençóis subterrâneos de água. Além do vazamento do chorume, o lixo produz gases poluentes e facilita a reprodução de insetos transmissores de doenças.
A Lei Nacional de Resíduos Sólidos prevê que todo estado faça coleta seletiva de pelo menos 10%, no entanto no Rio de Janeiro, por exemplo, o valor é inferior a 4%.

05: Diminuição das Queimadas

Existem produtores que preferem queimar centenas de árvores tropicais para desenvolvimento agrícola. Existem queimadas originadas por causa das condições elevadas na temperatura, caso do cerrado brasileiro. No entanto, o fogo em florestas densas possuem como origem as mãos dos homens que estão em busca de lucro financeiro próprio em detrimento de piora na qualidade do ar para muitas zonas.


06: Exportação Ilegal das Madeiras

Outra grande problemática relacionada com a tematização está na exportação ilegal de madeira. Profissionais não especializados realizam o manejo de qualquer maneira no sentido de faturar mais alto. Como poucos possuem preparo técnico, as regiões ficam degradas e os nichos ecológicos ficam colocados em cheque. Milhares de espécies animais e vegetais realizam migrações no sentido de sobreviver. A PF contabilizada dezenas de apreensões por dia dentro do território brasileiro.


07: Respeito Constitucional

De acordo com a constituição as grandes extensões vegetativas são do povo brasileiro. Porém, diversos empresários e donos de terras possuem hectares de regiões que deveriam ser formalizadas como parques nacionais. O valor dos índios, previsto também nas regras constitucionais, representa outra problemática que evidencia a falta de cuidado do governo com relação aos temas indígenas, cujo exemplo da usina de Itaipu representa exemplificação exata da problemática.
OBS: Podemos colocar também o exemplo dos Xingus e a hidrelétrica Belo Monte. O novo código florestal que mais prejudica do que beneficia o meio ambiente, para felicidade dos grandes ruralistas.


08: Cidades Sustentáveis

A urbanização cresce em ritmo desproporcional à disponibilidade dos recursos naturais. Caso as grandes metrópoles não encarem o fato de implantar atitudes e infraestruturas relacionadas com a sustentabilidade há chances evidentes de acontecer à própria extinção da raça humana por diversos motivos. Poluição gerada em grandes metrópoles danifica de maneira direta as extensões vegetais das proximidades.

09: Saneamento Básico

Brasil, uma das maiores economias do mundo, também traz diversos índices negativos que evidenciam existência de muito trabalho a se fazer no sentido de retirar milhões de famílias na pobreza extrema. Quase setenta por cento do país não está coberto por saneamentos básico. Esgotos ao céu aberto trazem a propagação de inúmeras doenças que podem trazer o óbito. Com os resíduos não recolhidos de maneira correta o meio-ambiente fica degradado em níveis incomensuráveis.


10: Meio Ambiente X Celulose

Regiões como Espírito Santo e Paraná são conhecidas por seres exportadoras mundiais da celulose, processo primário e matéria-prima básica para a fabricação de papel. As árvores que originam o produto da floresta são conhecidas por serem francas destruidoras do solo. Carvalhos e acácias se alimentam com quase todo o conteúdo de água existente nos lençóis freáticos, destruindo todas as outras formas de vegetais das regiões e provocando o efeito conhecido como deserto verde. Os Estados são dependentes do dinheiro originado nas negociações nacionais e internacionais, fato que prejudica de maneira direta na luta contra a evolução da problemática.

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