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11 de junho de 2014

Primeira usina de reciclagem mecanizada da América Latina é inaugurada em São Paulo

Foi inaugurado no dia 05/06/2013 a primeira central mecanizada de triagem de resíduos recicláveis da América Latina, localizada na Ponte Pequena, na região do Bom Retiro em São Paulo. O equipamento tem capacidade de processar 250 toneladas por dia e contribui para dobrar a quantidade de resíduos reciclados na cidade.

O processo de triagem mecanizada emprega 50 catadores e gera receita líquida mensal de R$ 1,6 milhão, que será revertida para o Fundo Municipal de Coleta Seletiva, Logística Reversa e Inclusão de Catadores. Estes recursos permitirão parcerias com novas cooperativas e financiará a remuneração dos serviços dos catadores em toda a cidade.

“Muita gente fala dos modelos internacionais, mas agora temos o melhor da tecnologia em São Paulo com uma novidade: a participação dos catadores. Não é só uma meta de reciclagem, é a exigência do aumento de qualidade de vida, o respeito a todos os estratos sociais, e agora todos vão poder reciclar”, disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Segundo Luiza Maria Honorato, do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), existem em São Paulo cerca de 20 mil catadores de material reciclável. “Nós estamos no caminho correto. Os catadores descobriram que o lixo é sustentabilidade e dá renda para quem precisa. A sociedade precisa saber que a receita da inclusão social é darmos as mãos em torno daquilo que nós chamamos de lixo”, disse Luiza.


Meio Ambiente
A nova central foi inaugurada no Dia Mundial do Meio Ambiente. Integra a meta de aumento do percentual de coleta seletiva em São Paulo dos atuais 2% para 10% - seguindo as normas da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)- até 2016. Segundo a concessionária Loga, o novo método separação dos resíduos permitirá um plano de expansão do atendimento com coleta seletiva para a totalidade dos 1,5 milhão domicílios localizados na área de atuação da empresa, nas zonas norte, oeste e central da cidade.

Durante a inauguração, o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência da República) falou sobre o pioneirismo da iniciativa da cidade de São Paulo. “Hoje é um dia marcante na história do nosso país. Nós estamos juntando aqui aquilo que é essencial no mundo hoje: o cuidado com o meio ambiente, o cuidado com o ser humano e a melhor tecnologia possível”, afirmou Carvalho.

Para a instalação da central foram investidos R$ 26 milhões, sendo R$ 15 milhões em equipamentos. Não há custo para a Prefeitura, pois a empresa concessionária Loga é a responsável pelo empreendimento, como parte de obrigações contratuais.

Separação dos resíduos
Os equipamentos instalados em São Paulo são inéditos na América Latina e foram importados da França, da Espanha e da Alemanha. Estão instalados em um espaço de 3 mil m². Após a chegada dos resíduos nos caminhões, eles passam por uma pré-seleção manual, que separa o vidro e materiais de grande volume. Em seguida, são encaminhados para um equipamento chamado Trommel, que faz a separação por tamanho por meio de um mecanismo semelhante a uma peneira. Todo o trajeto dos materiais ocorre por esteiras automatizadas e os sacos são abertos por uma máquina.

A próxima etapa é a passagem dos resíduos por um equipamento chamado balístico, que identifica resíduos bidimensionais, como folhas de papel ou pedaços de papelão, dos tridimensionais, como latas e garrafas. Os materiais metálicos são também separados automaticamente por meio de magnetismo e por indução elétrica. Por fim, leitores óticos separam os plásticos por tipo e cor. Ao todo, como produto final são separados nove tipos diferentes de material, em blocos compactados.

Roberto Pereira Reis, 50 anos, é um dos cooperados que irá trabalhar na central e está em treinamento para operar os novos equipamentos. “Para quem olha de primeira vista parece complicado porque é novidade e precisa de conhecimento. Mas é mais rentável, é um trabalho muito menos desgastante e a remuneração é mais justa”, explica Roberto. “O ambiente tem mais limpeza, tem mais qualidade e volume do produto, o que permite barganhar na hora de vender o material”, conta o cooperado, que trabalha com reciclagem há 6 anos.

Fonte: Site da Prefeitura de São Paulo e E-cycle

30 de setembro de 2013

Cemitério de carros na Bélgica

Essas centenas de carros fazem parte da paisagem de uma floresta em Ardennes, perto da vila de Chatillon na Bélgica.

Eles pertenciam a homens norte-americanos que estavam em serviço no país durante a 2º guerra mundial. Após a guerra, eles foram responsáveis ​​por trazer seus veículos de volta aos EUA. Muitos deles não podiam se dar ao luxo de fazer isso, de modo que os carros foram levados para uma clareira na floresta, deixaram-nos escondidos lá.

Segundo o Jornal Daily Mail foram localizados 4 "cemitérios" com 100 a 150 carros cada, totalizando cerca de 500 carros.
A maioria dos carros haviam sido fabricados na Europa ou Estados Unidos nos anos cinquenta e sessenta, e um dos cemitérios continham carros dos anos sessenta aos oitenta, que leva a crer que soldados do pós-guerra que continuaram no país também descartaram seus carros ali.


Fonte Daily Mail: Tropas americanas em uma cidade belga, em 1944, depois de defendê-los de uma ofensiva alemã.
Veja no vídeo abaixo mais imagens:

Update
Segundo o site Lameuse.be as informações do Daily Mail estão incorretas e um informante anônimo disse que os carros são de canadenses que foram trabalhar em Marvilhe em massa e eram ricos, por isso a grande quantidade de carros fabricados depois dos anos 50. O site informa que o pai do proprietário do terreno que forneceu os carros aos trabalhadores e, quando estes retornaram, os carros foram estacionados e abandonados nessa clareira. Afirma também que o dono do terreno foi notificado há dois anos para remover as carcaças e hoje em dia só há neste local pneus e detritos. Muitos colecionadores no entanto conseguiram resgatar peças que faltavam em seu veiculo das carcaças.

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